Fifa revela a distribuição das vagas para a Copa do Mundo Feminina de 2023
Isto É

A Fifa revelou, nesta quinta-feira, como será a distribuição das vagas para a disputa da Copa do Mundo Feminina, a ser realizada na Austrália e Nova Zelândia, em 2023. O torneio vai contar com 32 seleções, com 29 vagas diretas (incluindo o país-sede) e mais três por repescagem.
As vagas diretas foram distribuídas da seguinte forma: 6 para Ásia, 4 para África, 4 para América do Norte e Central, 3 para América do Sul, 1 para Oceania, 11 para Europa.
A repescagem vai ser disputada por dez seleções, que serão divididas em três grupos, dois com três países e um com quatro. A líder de cada grupo estará garantida no Mundial. Times do mesmo continente não poderão ficar no mesmo grupo. As vagas serão preenchidas por duas equipes da África, duas da Ásia, duas da América do Norte e Central, duas da América do Sul, uma da Oceania e uma da Europa.
Em 1991 e 1995, a Copa do Mundo teve 12 seleções participantes. O número aumentou para 16 nas edições de 1999, 2003, 2007 e 2011. Em 2015 e 2019, foram 24.
A busca pela excelência e o resgate do futebol brasileiro: o trabalho de Pia na seleção
Ogol

Pia Sundhage assumiu a seleção brasileira depois da Copa do Mundo de 2019, uma eliminação para a França ainda nas oitavas que acabou encerrando a passagem de Vadão no comando da seleção feminina. Desde então, a vitoriosa treinadora sueca mudou a forma como as jogadoras brasileiras entendem e executam o jogo, buscando sempre a excelência, mas com uma cara mais brasileira que nunca. Ricardo Pombo Sales, que faz parte do dia a dia dessa mudança de panorama, nos ajuda a dissecar a nova cara da seleção após o primeiro ano completo de Pia no comando do time.
Na seleção desde 2012, Ricardo trabalhou como analista de desempenho com três técnicos: Márcio de Oliveira, Vadão e agora a Pia. O analista viu com empolgação a chegada de uma treinadora “multicampeã”, que “conhece o caminho do ouro mais do que ninguém”.
Ricardo nos ajuda a mostrar o que mudou na seleção na transição entre o trabalho de Vadão e o novo projeto com Sundhage. O Brasil abriu mão de um “jogo direto”, com ataques rápidos e contra-ataques e ligação direta para retomar o controle da bola em uma proposta de jogo com ataques posicionais. “Em termos de modelo de jogo, o Vadão trabalhava com um jogo direto, com bola em transferência, em jogo de ataque rápido, ataque direto. A Pia é um jogo totalmente apoiado. Ela trabalha muito apoio e suporte o tempo inteiro, mas não descarta a velocidade e a verticalidade quando tem a oportunidade. Mas toda a construção é pautada em apoio e suporte. E mudou muito a caracterização do uso dos corredores. O Vadão gostava muito de ultrapassagens, e ela trabalha sustentando mais a posição das jogadoras. Apesar de não ser caracterizado por um jogo de posição mesmo, já que é mais de apoios, com criações de linha de passe, jogar entre linhas. No masculino tem a presença do terceiro homem, aqui a gente chama de ‘terceira mina’, começa a dissecar Ricardo sobre as mudanças na filosofia de jogo.
“O Vadão não gostava muito de jogo interno, que pudesse perder a bola na construção. Ele fazia muito mais pelos corredores laterais, com bola em transferência (lançamentos). A Pia gosta de trabalhar em qualquer setor do campo, esse jogo interno nosso ela vê como o estilo brasileiro de jogar, o que a gente mais sabe, que é essa habilidade de jogar entre os espaços, com muita técnica”, completou.
O jogo posicional ficou marcado recentemente no Brasil pelo fracasso de Doménech Torrent no Flamengo. O Rubro-Negro aplicou, muitas vezes, o muitas vezes criticado tiki-taka, tão odiado por Pep Guardiola, mentor de Torrent. Mas Ricardo Sales explica que a busca por ataques apoiados não necessariamente tira a velocidade do jogo.
“Apesar de ser um jogo em que você fica criando essas linhas de passe, procurando pequenos espaços, quando você tem a possibilidade de dar a velocidade, você dá. A maioria das chances de gol que a gente tem, apesar do início ser com passes curtos, a gente consegue ter mudança de corredor e verticalização do jogo. Objetividade. É só uma questão de achar o espaço. Não é só aquele jogo de só circular a bola. O jogo posicional não tira a objetividade”, explicou.
Campeã olímpica por Suécia e Estados Unidos, Pia nunca escondeu a admiração pelo futebol brasileiro. Ricardo vê o trabalho da sueca como a oportunidade de unir técnica e criatividade com compreensão tática do jogo.
“É um assunto que está gerando certa polêmica. Até o Jorge Jesus falou que veio da melhor liga do mundo. E eu tenho escutado de diversos treinadores estrangeiros que o Brasil tem os melhores atletas do mundo. A Pia quando chegou, falou: “Eu tive excelentes atletas, espetaculares nos Estados Unidos, na Suécia, mas igual a atleta brasileira não existe. Ela tem uma habilidade, facilidade de decisões em curto espaço”. O que precisa é ensinar e aumentar essa possibilidade de entender e executar o jogo coletivo. Talvez a gente não tivesse tanta ênfase ao jogo coletivo nos últimos anos. Agora a gente está aprendendo várias formas de jogar, de defender, de atacar, de entender o jogo. Estamos no processo de entender mais o jogo, e isso dá clareza ao atleta, que consegue enxergar em campo mais possibilidades. Não digo nem que a gente está resgatando isso, digo que estamos aprendendo”, revelou.
Polícia encontra R$ 1 milhão em cocaína escondido em quadros de Maradona
IG Esportes

Funcionários da alfândega da Turquia descobriram uma grande quantidade de cocaína escondida dentro de mais de 10 pinturas supostamente feitas em homenagem a Diego Maradona , que morreu no último mês de novembro .
De acordo com a Agência Anadolu turca, as autoridades do aeroporto encontraram cerca de 2,60 kg de cocaína nos quadros, que continham desenhos e caricaturas do ex-jogador. O materal era carregado por um cidadão alemão de origem croata, que deixou a Colômbia em direção ao aeroporto de Istambul.
Em nota, as autoridades disseram que o comportamento suspeito do homem de 72 anos chamou a atenção. “A primeira vista, um grande fã de Maradona, mas a bagagem da pessoa foi digitalizada com o mais recente dispositivo de varredura tomográfica de raios-X. Uma densidade suspeita foi detectada na radiografia e depois os cães farejadores reagiram. Assim ficou claro que as drogas foram colocadas nos quadros com placas especiais”, apontaram.
O vídeo da ação da polícia mostra a droga presa entre placas de madeira usadas para emoldurar as fotos. Ao serem quebrados, os quadros contavam dentro com o material suspeito embrulhado em papel alumínio.
De acordo com um relatório do Daily Sabah, a cocaína apreendida do homem vale cerca de US$ 261.000, ou seja, por volta de R$ 1,3 milhão. O suspeito foi preso.
Com Lewandowski em 1º e Neymar no top 10, jornal divulga ranking final dos 100 melhores do mundo
Lance

Na véspera de Natal, O jornal inglês “The Guardian” divulgou o ranking final dos 100 melhores jogadores de 2020. Vencedor do prêmio The Best da Fifa, Robert Lewandowski repetiu a dose e foi eleito novamente o melhor jogador do mundo no ano, seguido por Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.
E as semelhanças não param por aí. Assim como no The Best, Neymar também figurou na nona posição no ranking do diário britânico, atrás da surpresa Haaland, do Borussia Dortmund, que ficou em sexto.
Confira os 10 melhores do mundo segundo o “The Guardian”:
1. Robert Lewandowski (Bayern)
2. Lionel Messi (Barcelona)
3. Cristiano Ronaldo (Juventus)
4. Kevin De Bruyne (Manchester City)
5. Sadio Mané (Liverpool)
6. Erling Braut Haaland (Borussia Dortmund)
7. Kylian Mbappé (PSG)
8. Mohamed Salah (Liverpool)
9. Neymar Jr (PSG)
10. Virgil Van Dijk (Liverpool)
Para realizar a eleição, o jornal pediu a 241 profissionais ligados ao futebol a fazer uma lista do 1º ao 40º melhor jogador. O primeiro ganhou 40 pontos, o segundo 39 e assim sucessivamente. Para minimizar a influência de nomes aleatórios, a pontuação mais alta concedida a um jogador foi descartada.
Mundiais sub-20 e sub-17 da Fifa são transferidos para 2023 por Covid-19
Terra

A Copa do Mundo sub-20 masculina do ano que vem na Indonésia e o torneio sub-17 no Peru foram transferidos para 2023 devido à pandemia de Covid-19, informou a Fifa nesta quinta-feira.
“A pandemia de Covid-19 continua apresentando desafios para a realização de eventos esportivos internacionais e tem um efeito restritivo nas viagens internacionais”, disse em comunicado a entidade que controla o futebol mundial.
“A Fifa gostaria de expressar sua gratidão às federações-membro, bem como às autoridades da Indonésia e do Peru, pelo empenho e pelos preparativos para os torneios até agora.”
Bahia reintegra Ramírez, reforça combate ao racismo e anuncia cláusula antirracista em contratos
MSN

O Bahia divulgou uma carta aberta no início da tarde desta quinta-feira para informar que os laudos das perícias contratadas pelo clube não comprovaram a denúncia de injúria racial feita contra o atleta Índio Ramírez e que, portanto, o jogador será reintegrado ao elenco. Além disso, o texto menciona diversas medidas estruturais adotadas para evitar e combater o racismo na instituição e no futebol, de maneira geral.
Índio Ramírez estava afastado de todas as atividades do Bahia desde o último domingo, quando o clube decidiu que abriria uma investigação interna para apurar se o meia-atacante realmente disse a frase “cala a boca, seu negro” para Gerson, do Flamengo, no duelo do último domingo, vencido pelo time rubro-negro por 4 a 3, no Maracanã. No dia seguinte à partida, o atleta colombiano se defendeu das acusações e afirmou que foi mal compreendido por Gerson.
“O clube entende que, mesmo dando relevância à narrativa da vítima, não deve manter o afastamento do atleta Indio Ramírez ante a inexistência de provas e possíveis diferenças de comunicação entre interlocutores de idiomas diferentes”, disse o clube. “O papel do Bahia é de formação e transformação, sempre preservando os direitos fundamentais e a ampla defesa. O atleta deverá ser reincorporado ao elenco tão logo os profissionais da comissão técnica e psicólogos entendam adequado”, acrescentou o comunicado.
“O futebol é reflexo de uma sociedade que, quando não nega o racismo, adere a um populismo punitivista que finge resolver o problema apenas punindo o agressor. Atos de discriminação racial não são “casos isolados”, avaliou o clube baiano, que elencou sete medidas tomadas para combater a discriminação racial, incluindo uma cláusula antirracista nos contratos dos jogadores, por “entender seu papel de entidade de interesse público”.
Na carta, o Bahia também afirmou que “seguirá acompanhando os desdobramentos que ocorrerem fora das instâncias do clube, seja na Polícia Civil ou no Superior Tribunal de Justiça Desportiva”. Vale ressaltar que Gerson já prestou depoimento na Delegacia de Crime Raciais e Delitos de Intolerância do Rio de Janeiro (Decradi), e que Ramírez, o técnico Mano Menezes e o árbitro da partida, Flávio Rodrigues de Souza, também foram intimados a depor.
Golaço, lesões, identificação à distância e lágrimas no adeus: o fim da relação entre Vasco e Benítez
Globo Esportes

Quem acompanhou o último dia de Martín Benítez no Vasco tem uma certeza: ele queria muito ficar no Vasco. O argentino se emocionou e chorou na despedida de jogadores e funcionários e foi embora com os olhos marejados. Deixou claro que desejava permanecer. Sem acordo com Independiente, o clube oficializou nesta quinta, véspera de Natal, a saída de seu camisa 10.
A relação de nove meses chegou ao fim sem um final feliz para ninguém. Vasco e jogador desejavam um casamento duradouro, e o Independiente planejava vender o argentino por cerca de R$ 20 milhões, como acordado com Alexandre Campello, em novembro. O acerto foi desfeito por conta da sucessão presidencial.
Benítez e Vasco tiveram uma relação atípica, em um ano estranho. É quase consenso entre os torcedores que o camisa 10 não é craque, mas todos entendem a importância do meia. Ele era uma espécie de oásis na criação do time, carente de jogadores diferenciados no setor.
A identificação com o torcedor foi grande, mas o curioso é que Benítez e os vascaínos pouco conviveram. Foram apenas 30 minutos, em sua estreia contra o Goiás, pela Copa do Brasil. A noite ainda foi marcada por brigas na arquibancada e vaias ao time. Na sequência o argentino atuou apenas em jogos com portões fechados por conta da pandemia de Covid-19.
Mais foi assim, em um ano em que o isolamento social deu o tom, que Benítez e vascaínos se apaixonaram. Pela televisão, os torcedores se encantaram, enquanto o meia recebia carinho de longe pelas redes sociais. Deixa o Vasco, após nove meses, sem ter o nome gritado pela torcida em São Januário.
Como dito anteriormente, Benítez não é craque, mas é muito bom jogador. Seus números, por exemplo, não enchem os olhos. Foram apenas dois gols em 26 jogos. Um deles, no entanto, ficou marcado. Foi de bicicleta, após belo domínio no peito, contra o Atlético-MG, no Mineirão. Lance mais marcante de Ben10 com a camisa do Vasco.
Talento, portanto, Benítez provou ter, mas deixa a sensação de que faltou uma sequência maior. O argentino conviveu com problemas físicos que o tiraram de vários jogos. No Brasileirão, por exemplo, ficou fora de oito partidas. E foi justamente um problema na panturrilha que impediu sua despedida em campo. O edema, que já havia o deixado fora do jogo contra o Santos, antecipou o adeus do camisa 10, uma vez que ele também não terá condições de enfrentar o Athletico-PR, no domingo, e já foi liberado pelo Vasco.
Além das lembranças de bons momentos em campo e do carinho da torcida, Benítez deixa um grande amigo em São Januário. Durante nove meses, seu compatriota, German Cano, foi inseparável. Os dois, que se conheceram nesse ano no Vasco, formaram uma bonita parceria dentro e fora dos gramados, com inúmeros churrascos e passeios com os familiares.
Pastor Tom renuncia presidência do Fluminense de Feira
Galáticos Online

O presidente do Fluminense de Feira, Pastor Tom, renunciou o cargo no clube. A medida foi formalizada na noite da última terça-feira (22).
O vice-presidente da equipe, Manoel Fernandes, que assumiria a função, também optou pela renúncia.
O posto foi assumido pelo presidente do Conselho Deliberativo da equipe. Antônio Deraldo Conceição tem 30 dias para convocar uma nova eleição.
Rodrigo Chagas diz que missão é “mais difícil” do que quando assumiu pela 1ª vez
Tribuna da Bahia

Apenas quatro jogos depois de ceder o comando da equipe para Mazola Júnior, Rodrigo Chagas volta ao cargo de treinador do Vitória, dessa vez efetivado até o final da temporada. Mazola foi demitido na última terça-feira, após a derrota por 3 a 0 para o CSA, no estádio Rei Pelé.
Em comunicado feito nesta quarta, o novo técnico do Vitória afirma que a missão é ainda mais difícil do que aquela que lhe foi dada quando assumiu o clube pela primeira vez, logo após a saída de Eduardo Barroca.
– Mais uma vez, muito feliz por estar retornando ao comando. No momento, até mais difícil do que o outro que tivemos. Fazer com que todos os atletas possam voltar a entrar na nossa ideia de jogo, trabalhar da forma como estávamos trabalhando. Todos juntos, mais do que nunca, neste momento tão importante para nós, precisamos sair dessa situação. Espero que eu possa realizar um bom trabalho. Acho que a oportunidade agora de estar fixado como treinador vai fazer com que eu possa colocar as minhas ideias de uma forma melhor ainda dentro daquilo que eu penso. Vou tentar mais do que nunca fazer o melhor para o nosso clube, para a nossa torcida, que eu que tem uma preocupação muito grande com relação à minha pessoa. Acho que por tudo aquilo que vivemos como atleta e, recentemente, como treinador da base – disse.
– Sei do que carinho muito grande que eles têm por mim e que eu tenho também por toda a minha torcida – completou.
Rodrigo Chagas assumiu o Vitória na 23ª rodada da Série B, após o empate diante do Náutico, quando a equipe ocupava a 16ª posição, com cinco pontos de vantagem para o Z-4.
Hoje, o Vitória é o 15º colocado, mas pode ver a diferença para a zona do rebaixamento cair para um ponto, caso Paraná ou Figueirense vençam seus jogos.
– Vou buscar, vou fazer o melhor, para que a gente possa, com fé em Deus, sair o quanto antes dessa situação que tanto nos incomoda. Fazer com que todos nós possamos nos abraçar, não só comissão e atletas, mas também todos os funcionários. Nós precisamos de toda a energia positiva e de muito trabalho. Temos 10 dias para voltar, trabalhar, corrigir, para que, no jogo contra o Operário, possam estar todos à disposição e que a gente possa fazer uma reestreia muito boa e com vitória. Mais uma vez, agradeço pela oportunidade de estar à frente desse clube pelo qual tenho todo carinho e amor. Eu amo e tenho toda identificação. Espero que nós possamos sair dessa situação o quanto antes, junto com os atletas e todos aqueles que estão no dia a dia dentro do clube. Tenho certeza de que a energia positiva vai ser mandada por todos, todos os nossos torcedores, familiares, e que a gente possa realmente fazer um ótimo trabalho. E sair o quanto antes dessa situação incômoda – disse.
Quando esteve à frente do Vitória como interino, Rodrigo Chagas comandou quatro partidas, com dois triunfos, um empate e uma derrota.
O Vitória só volta a campo no dia 3 de janeiro, quando enfrenta o Operário, no Barradão.
Ramírez teria dito ‘tá quanto’ e não ‘seu negro’, aponta laudo do Bahia
Correio da Bahia

Os laudos contratados pelo próprio Bahia apontam que o atleta Ramírez não teria dito “seu negro” para o jogador Bruno Henrique, do Flamengo, durante uma discussão acalorada que tiveram ao longo da partida que terminou 4×3 para o time carioca, domingo, no Maracanã. Em vez disso, o colombiano teria dito “tá quanto?”, em provocação e em referência ao placar do jogo naquele momento, que era favorável ao Bahia por 3×2.
Os laudos contratados pelo próprio Bahia apontam que o atleta Indio Ramírez não teria dito “seu negro” para o jogador Bruno Henrique, do Flamengo. Em vez disso, o colombiano teria dito “tá quanto?”, em provocação e em referência ao placar do jogo.
A informação foi divulgada pelo site GE inicialmente e confirmada com o Bahia pelo CORREIO. O laudo faz parte da apuração que o tricolor instaurou sobre o ocorrido no jogo.
Na noite de terça-feira (22), o Flamengo apresentou o mesmo vídeo, acompanhado de um laudo apontando que Ramírez teria dito “seu negro” para Bruno Henrique. O Bahia, por sua vez, preferiu contratar ele mesmo especialistas de leitura labial.
Segundo o apurado pelo CORREIO, um dos especialistas consultados era argentino, e outro, chileno, na tentativa de fazer a leitura mais fidedigna do espanhol, idioma falado por Ramírez, que chegou ao clube no início de novembro e não domina o português.
O meia colombiano disse à diretoria do Bahia que teria falado “tá quanto?” no vídeo divulgado pelo Flamengo, ao passo que a direção do clube colocou a cena sob perícia e constatou a versão do atleta.
Antes disso, segundo o laudo obtido pelo Bahia, ele se vira para Bruno Henrique e provoca dizendo “qué pasó?”, algo próximo de “o que foi?” na língua materna, o espanhol.









