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Fifa confirma para setembro o início das eliminatórias para Copa de 2022 na América do Sul e na Europa

Globo Esportes

A Fifa oficializou nesta quinta-feira mudanças em seu calendário por conta da pandemia do novo coronavírus. O presidente Gianni Infantino anunciou em entrevista coletiva que está confirmado para setembro o início das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 na América do Sul e na Europa, que iniciariam a disputa em março.

Os outros continentes e confederações começarão a disputa por vagas no Mundial com atraso. A entidade também preferiu já adiar a repescagem das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 – que serão realizadas em junho daquele ano, e não mais em março, como previsto inicialmente. O sorteio dos grupos do Mundial do Catar foi remarcado para o fim de abril e ocorrerá, desta forma, antes da repescagem. A Copa está marcada para dezembro de 2022.

Desta forma, a Data Fifa de setembro só contará com jogos de seleções da Conmebol e da Uefa. As janelas de partidas de outubro e novembro, a princípio, estão mantidas para todas as confederações e serão estendidas em um dia cada na Europa para facilitar a logística das partidas. A Data Fifa de junho de 2021, por sua vez, terá sete dias a mais na duração nas Américas Central e do Norte, África, Ásia e Oceania. Isso permitirá a realização de quatro jogos por cada equipe.

As eliminatórias sul-americanas e europeias para a Copa do Mundo de 2022 começariam na segunda semana de março – quando a pandemia do novo coronavírus ganhou força em boa parte do mundo. O técnico Tite chegou a convocar a seleção brasileira para os duelos contra Bolívia e Peru, incluindo três jogadores do Flamengo. As partidas tiveram adiamento confirmado dias depois.

Sem Brasil na disputa, Austrália e Nova Zelândia sediarão a Copa do Mundo feminina de 2023

Extra

A Fifa anunciou, nesta quinta-feira, que Austrália e Nova Zelândia serão as sedes da Copa do Mundo feminina de 2023. Em anúncio feito via rede social, depois de votação entre os membros do conselho da entidade, a entidade também confirmou que o torneio aumentará o número de participantes, que agora chega a 32. O Brasil retirou a sua candidatura e não concorreu para ser o país-sede.

A decisão foi anunciada pelo presidente da entidade, Gianni Infantino, que votou na candidatura da Austrália e da Nova Zelândia. Além do Brasil, o Japão também retirou a sua candidatura a três dias da decisão da Fifa. A única concorrente da dupla da Oceania foi a Colômbia.

Os sul-americanos tiveram pontuação 2,8 em sua candidatura, enquanto a dupla da Ocenia obteve 4,1 – fora da disputa, o Japão obteve nota 3,9. Os candidatos passaram por provas e apresentações nesta quinta-feira, antes de votação do Conselho da Fifa. O placar final foi de 22 a 13 a favor dos países da Oceania, dentro dos 35 participantes.

A decisão foi anunciada pelo presidente da entidade, Gianni Infantino, que votou na candidatura da Austrália e da Nova Zelândia. Além do Brasil, o Japão também retirou a sua candidatura a três dias da decisão da Fifa. A única concorrente da dupla da Oceania foi a Colômbia.

Os sul-americanos tiveram pontuação 2,8 em sua candidatura, enquanto a dupla da Ocenia obteve 4,1 – fora da disputa, o Japão obteve nota 3,9. Os candidatos passaram por provas e apresentações nesta quinta-feira, antes de votação do Conselho da Fifa. O placar final foi de 22 a 13 a favor dos países da Oceania, dentro dos 35 participantes.

Os membros do Conselho, Johanna Wood e Ramon Jesurun, não votaram por serem da Nova Zelândia e da Colômbia, respectivamente.

Por sinal, a votação foi marcada pela divisão em blocos. Enquanto a Uefa (Europa) e Conmebol (América do Sul) votaram na candidatura da Colômbia, a Concacaf (Américas Central e do Norte), CAF (África), AFC (Ásia) e OFC (Oceania) apoiaram Austrália e Nova Zelândia.

A primeira Copa do Mundo de futebol feminino foi realizada pela Fifa em 1991, na China, e a última edição, em 2019, aconteceu na França. Os Estados Unidos são os maiores vencedores com quatro títulos.

Sem perspectiva de torneios, categorias de base vivem incerteza no Brasil

Globo Esportes

A incerteza que a pandemia do coronavírus lançou sobre o futebol é ainda mais forte quando se trata das categorias de base. Afinal, esforços e investimentos estão concentrados em viabilizar a volta das atividades dos times profissionais. A base ficou em segundo plano.

O GloboEsporte.com ouviu todos os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro e algumas federações estaduais. E o retrato que se tem é diverso: há quem tenha mantido o financiamento para as categorias de formação, há quem tenha cortado, há quem tenha reduzido.

O Coritiba é caso mais drástico: suspendeu o contrato de todos os funcionários do setor.
As federações estaduais não têm nenhuma ideia de quando será possível voltar a organizar competições de base. Algumas já praticamente desistiram de 2020. A situação desespera clubes e atletas.

A CBF, por enquanto, mantém cautela sobre o assunto. O Campeonato Brasileiro Sub-20 estava programado para começar em junho, mas seu início foi adiado indefinidamente. O Campeonato Brasileiro Sub-17 chegou a ter uma rodada disputada, foi suspenso e ainda não há definição sobre retorno.

A posição da CBF é aguardar a evolução do combate ao vírus para decidir essas datas. A entidade entende que não há aperto no calendário das categorias de base. A CBF afirma ainda que o objetivo é cumprir o que foi previsto para o calendário de 2020.

Esporte mostrou força para ajudar brasileiros a superarem os males da ‘Gripe Espanhola’

MSN

A superação demonstrada pelo Brasil após os difíceis momentos vividos no século passado com o surto da Gripe Espanhola, que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, 35 mil no Brasil e 5.331 na cidade de São Paulo, o equivalente a 1% da população da capital paulista entre 13 de outubro e 20 de dezembro de 1918, deve ser usada como exemplo para que as dificuldades impostas pela pandemia da covid-19 sejam ultrapassadas no futuro.

Adiado de 1918 para 1919, o Sul-Americano de seleções, posteriormente chamado de “Copa América, foi disputado no Brasil, com sede principal no Rio de Janeiro. Liderada pelo astro Arthur Friedenreich, dono de uma carreira impressionante, ao marcar 1.329 gols em 26 anos de carreira (1909 a 1935), números reconhecidos pela Fifa, a seleção brasileira conquistava seu primeiro grande título.

A vitória na decisão sobre o Uruguai no recém construído Estádio das Laranjeiras, pertencente ao Fluminense, foi por 1 a 0, gol de Friedenreich, que se tornaria o maior artilheiro do futebol mundial em todos os tempos. O craque acertou um lindo voleio, que fez explodir o grande público presente, além das muitas pessoas posicionadas nos morros próximos à sede do clube carioca.

O jogo gerou grande interesse, o governo decretou ponto facultativo nas repartições públicas. Bancos e casas comerciais não foram abertos. Pela primeira vez o futebol deixava de ser exclusivo da elite da sociedade e virava a “alegria do povo”. A conquista serviu para melhorar o clima de todo o País após a depressão gerada pela “Gripe Espanhola”.

No futebol caseiro, o Paulistano não teve seu domínio no futebol paulista afetado e conseguiu manter sua hegemonia com a conquista do tricampeonato. Feito semelhante ao do Fluminense no Rio de Janeiro.

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil conseguiu suas primeiras medalhas em olimpíada, em Antuérpia, na Bélgica, em 1920. No tiro esportivo, Guilherme Paraense foi ouro na pistola de 30 metros, enquanto Afrânio Costa ficou com a prata na pistola de 50 metros, prova que a equipe brasileira também obteve a medalha de bronze.

Todos estes exemplos, obtidos em uma época em que a tecnologia e a medicina estavam engatinhando se levarmos em conta o que pode ser feito na atualidade, devem ser usados pela geração atual para ter força e determinação para seguir em frente após o coronavírus.

Brasileiro inventor de ‘spray do futebol’ busca reconhecimento da Fifa

Veja

Corre desde 2017 um litígio envolvendo a patente do spray para a demarcação da barreira do futebol. O mineiro Heine Allemagne, dono da empresa que proclama ter inventado o material, que a Fifa – após inúmeras reuniões e eventos, como a Copa de 2014 – decidiu ignorar seus direitos autorais.

De acordo com a defesa do brasileiro, a Fifa descumpriu a ordem judicial que a impedia de usar spray que violasse a patente e, no ano passado, conseguiu uma liminar no STJ para usar o equipamento na C…

Um procedimento investigatório no Comitê de Ética da Fifa foi aberto, a pedido de Allemagne, para que a direção informe qual foi o spray usado na copa sub-17 e como ele foi importado. A reunião com os…

Flamengo diz à Globo que “não vai tolerar ameaça ou coação”

IG Esportes

O Flamengo e a Globo continuam na polêmica envolvendo os direitos de transmissões do Campeonato Carioca. Na última terça-feira, o clube enviou uma contranotificação à emissora, que afirma que a nova MP assinada por Jair Bolsonaro, não valerá no próximo jogo,contra o Boavista, pela quinta rodada da Taça Rio. A partida é mando do Rubro-Negro.

No comunicado com quatro páginas e assinado pelo presidente Rodolfo Landim, o clube afirma que não possui nenhuma relação contratual com a Globo e que a Medida Provisória assegura, com exclusividade, ao mandante da partida de futebol, o direito de transmissão do jogo.

“É importante ressaltar que o Flamengo não medirá esforços para exercer o seu direito garantido por lei, não tolerando, em hipótese alguma, qualquer tipo de tentativa injusta e ilegal de manter o monopólio que não mais prospera na forma de legislação em vigor.”, diz um trecho do comunicado.

Segundo a emissora, ela já adquiriu os direitos de transmissão junto ao Boavista e que o Flamengo não pode vender o seu direito para terceiros ou decidir passar o jogo em seu canal oficial, a Fla TV

Em outra parte do comunicado, o Flamengo afirma que não irá permitir nenhum tipo de ameaças ou coação da TV Globo.

“O Flamengo não irá tolerar qualquer tipo de ameaça ou coação ao exercício de qualquer direito legítimo que lhe é garantido pelo ordenamento jurídico, devendo a Globo se abster de impedir que esta entidade desportiva negocie as transmissões dos seus jogos, na qualidade de mandante.”

CBF adia janela de transferências do exterior e estuda novas datas

Uol

O início da janela de transferências internacionais no Brasil foi adiado. A decisão foi anunciada hoje pela CBF aos clubes brasileiros, em videoconferência com executivos de futebol. Um novo encontro virtual, na próxima semana, pode definir data para abrir o período de registros de atletas contratados a clubes de fora do território nacional.

A janela de transferências para entrada de jogadores do exterior estava prevista para ocorrer entre 1º e 31 de julho de 2020. O adiamento se dá por conta da pandemia de Covid-19.

A informação foi divulgada inicialmente pelo site Globoesporte.com e confirmada na sequência pela reportagem do UOL. Os representantes da CBF no encontro foram o diretor de registros e transferências, Reynaldo Buzzoni, e o diretor jurídico da entidade, Luiz Felipe Guimarães Santoro. A lista de executivos de futebol adicionados na chamada era extensa e abrangeu os principais clubes do país.

A visão dos clubes ainda é cética com relação ao novo período de registros, uma vez que não existe data para retomada dos jogos. Os times querem definição do calendário dos campeonatos para confirmar início e fim do período de contratação.

A chamada janela de transferências internacionais permite que os clubes brasileiros registrem atletas contratados no exterior. Historicamente, o período termina antes do fim da janela de transferências internacionais das principais ligas da Europa — o que gera um vácuo entre entradas e saídas nos times brasileiros.

O período para transferências nacionais é diferente e permite que os clubes contratem jogadores que já atuam no mesmo país. A Fifa determina que toda temporada tenha duas janelas internacionais — o prazo maior é no início de cada ano e na metade do calendário é preciso haver um mês disponível para operações com times estrangeiros.

Na semana passada, a Fifa comunicou alterações no calendário de transferências em países europeus. Itália, Alemanha e Portugal poderão registrar jogadores contratados no exterior até o início de outubro. A Inglaterra ainda aguarda confirmação do novo período.

Em 2020, a primeira janela internacional vigorou entre os dias 1º de janeiro e 2 de abril.

Reinício da segunda divisão no sábado marca retorno do futebol japonês após quatro meses

Globo Esportes

O futebol no Japão voltará neste sábado, após quatro meses interrompido pela pandemia de Covid-19. Os primeiros campeonatos a retornar serão a segunda e terceira divisões do Japonês. No sábado seguinte, recomeça a J-League, a primeira divisão do país.

O Japão foi um dos primeiros países a interromper a temporada, logo após a disputada a primeira rodada, no dia 23 de fevereiro. O país chegou a planejar o retorno para maio, mas o aumento de casos de Covid-19 alterou a programação.

– Nunca tinha feito tanta pré-temporada – brincou o meia brasileiro Augusto, do Matsumoto Yamaga. – Mas isso faz parte. Naquela época (em maio), a gente já tinha feito quatro amistosos, mas aí parou de novo, e os outros amistosos foram cancelados por causa da Covid-19. Agora, estamos voltando – comentou Augusto.

A liga japonesa é a segunda das três principais da Ásia a retornar. O futebol na Coreia do Sul voltou no dia 8 de maio, o primeiro país a retomar a temporada no mundo. Agora fica faltando a China, origem da pandemia de Covid-19, que ainda não tem data marcada para retorno do futebol.

Paulo Almeida diz que Neymar seria banco no Santos de 2002: ‘Tirar um tá difícil’

Bahia Notícias

O ex-jogador Paulo Almeida valorizou o elenco do Santos que conquistou o Campeonato Brasileiro de 2002 e declarou que o atacante Neymar, principal jogador brasileiro no atual futebol mundial, seria banco naquela época. Na decisão contra o Corinthians, o técnico Emerson Leão escalou o time com: Fábio Costa, Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Robert nos minutos iniciais); Robinho e William.

“O Neymar seria titular em qualquer equipe nos últimos anos no futebol brasileiro e do mundo. Mas para tirar um tá difícil, a gente ia jogar com doze (risos). Se não pode, Neymar me perdoe, mas você iria sentar, não iria tirar ninguém do time. E ainda tinha o Robert. Ele iria sentar e esperar uma oportunidade”, afirmou o capitão santista em tom descontraído ao Esporte Interativo.

Aquele time do Santos revelou o meia Diego e o atacante Robinho. No final daquela década, o Peixe apresentou ao mundo da bola outros dois jogadores talentosos, que foram Ganso e Neymar.

“Eu acho que não (dá para comparar). Neymar e Ganso vêm de uma fase que o Santos já havia voltado a ser Santos. Bicampeão brasileiro, final da Libertadores, disputando títulos de igual para igual com outros clubes. Bem tranquilo para jogar. Robinho e Diego estiveram em uma fase bem tumultuada, com os torcedores desacreditados. Conviveram com a pressão e cobrança que tinham que acontecer. Foram situação diferentes”, disse Paulo Almeida na entrevista.

Baiano de Itarantim, Paulo Almeida foi revelado na base do Santos e, além de capitão, foi uma das principais peças do time na conquista daquele Brasileirão e também foi vice-campeão da Libertadores em 2003. Na carreira, ele acumulou passagens pelo Benfica, de Portugal, Coritnhians, Náutico, União Rondonópolis, Saba Qom, do Irã, Goianésia, Rio Branco-AC, Itumbiara, Mixto, Uberlândia, e seu último clube foi o Vitória da Conquista. Após deixar de ser profissional, ele jogou o Campeonato Intermunicipal de futebol amador, atuando pelo selecionado da sua cidade natal no ano passado

Chefe de futebol da Nova Zelândia diz que sediar Copa feminina pode ser “transformador”

Uol

O chefe de futebol da Nova Zelândia, Andrew Pragnell, disse que a candidatura conjunta para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023 com a Austrália pode ser um modelo de cooperação entre confederações da Fifa e que o evento pode transformar o esporte na Oceania.

Presidente-executivo da NZF, Pragnell afirmou à Reuters que o momento era certo para lançar candidatura à Copa do Mundo, que foi ampliada de 24 para 32 equipes depois que o torneio de 2019 na França atraiu grande público na televisão e interesse comercial.

A proposta conjunta recebeu a classificação mais alta em um relatório de avaliação da Fifa no início deste mês e ganhou outro impulso na segunda-feira, quando o Japão se retirou da disputa, deixando a Colômbia como única concorrente rival. “Se você acompanhar o crescimento do evento, ele só vai por um caminho”, disse Pragnell antes da votação de quinta-feira. “Está crescendo exponencialmente”.

“Certamente, para a Nova Zelândia, o momento era certo…para fazer parceria com a Austrália. Era para eles também.”.

Pragnell acrescentou que o processo de candidatura fortaleceu o relacionamento entre os vizinhos, que atuam em diferentes confederações da Fifa –Nova Zelândia na Oceania e Austrália na zona asiática. “Somos um exemplo perfeito de como Ásia e Oceania, como duas confederações separadas, devem trabalhar lado a lado em tantas questões”, disse ele, acrescentando que um dos principais objetivos da Fifa era uma cooperação mais estreita entre as confederações.









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