:: ‘Confusão’
Fábio Saci lamenta confusão em amistoso contra o Petrolina-PE
Bahia Noticias

Uma confusão generalizada se instaurou no Estádio Paulo Coelho, em Petrolina-PE, em um amistoso, entre o Petrolina e o Juazeirense, no último domingo (8). A partida foi finalizada na metade do segundo tempo, com o placar de 2 a 1 para os pernambucanos.
O atacante Fábio Saci, autor do gol do Cancão de Fogo, lamentou o episódio. – Fiquei muito triste com isso. Nossa equipe teve bons momentos no jogo e estava melhor na partida. Mas a confusão foi ruim para todos nós. Isso não deveria acontecer no futebol. Nós, os jogadores, temos que dar o exemplo em campo. O que vi ontem foi uma atitude lamentável de alguns jogadores deles – disse ao Bahia Notícias.
O jogador ainda garantiu que a confusão não irá tirar a concentração da equipe na estreia do Campeonato Baiano diante do Fluminense de Feira, no dia 18 de janeiro, no Joia da Princesa. – Estamos concentrados. O episódio foi lamentável, mas estamos focados em fazer uma boa estreia – finalizou.
Amistoso entre Petrolina e Juazeirense termina em confusão
Bahia Noticias

Era para ser mais um teste para o Petrolina e Juazeirense, que estão em reta final de preparação para a temporada 2012. Mas o amistoso realizado neste domingo (8), no Estádio Paulo Coelho, entre as duas equipes, terminou na metade do segundo tempo, em meio a muita confusão.
Tudo começou quando o meia-atacante Cicinho foi agredido fora do lance por um defensor do Petrolina. O árbitro da partida não marcou falta. Logo em seguida todo o time em campo já estavam envolvidos na confusão. O jogo acabou cancelado com o placar de 2 a 1 para os pernambucanos.
Pedro Manta, técnico da Fera Sertaneja, disse que não viu a agressão ao adversário. Só o bate-boca. “Não vi nada disso [agressão]. Apenas discussões. O jogo estava quente, marcação muito forte e provocações de ambos os lados. A rivalidade é muito grande, além disso o juiz estava deixando o jogo rolar. O jogo servia de preparação para as duas equipes, e terminou com uma discussão generalizada. Lamento que tenha terminado assim”, declarou ao Bahia Notícias.
Já Paulo Salles, treinador do Cancão de Fogo, confirmou a agressão ao seu atleta. “O jogo estava truncado no segundo tempo. O zagueiro do Petrolina pegou o Cicinho sem bola. O bandeirinha chegou a levantar a bandeira e depois abaixou. O goleiro deles ainda agrediu o nosso atacante [Da Silva]. Depois disso, foi uma confusão generalizada. Uma pena”, disse ao Bahia Notícias.
ESTÁDIO VAZIO E CONFUSÃO NO ADEUS DO TIGRE
Pimenta na Muqueca

Havia mais policial do que torcedor no adeus do Tigre (Anabel Mascarenhas/Pimenta).
O rebaixado Colo-Colo despediu-se do Campeonato Baiano 2011 com vitória e confusão no estádio Mário Pessoa. O Tigre Ilheense bateu o Ipitanga, por 1 a 0, em um estádio vazio. O gol da equipe foi marcado por Felipe Daltro, ainda no primeiro tempo. Já em Feira de Santana, o Flu empatou com o Juazeiro em 1 a 1. Colo-Colo e Juá caíram para a Segundona.
A confusão no estádio Mário Pessoa aconteceu no final da partida. Jogadores do Ipitanga e o massagista Carlos Henrique, do Colo-Colo, entraram em confronto. Foi necessário a intervenção da polícia militar. O jogador Flávio, do Ipitanga, foi assistido por médicos após ser atingido por golpes de cassetetes desferidos por policiais.
O presidente do Ipitanga, Renato Brás, disse que tomará providências e denunciará os policiais. Ele disse que a polícia deveria prender não jogadores, mas a equipe de arbitragem. A equipe do Ipitanga foi favorecida pelo empate entre Juazeiro e Flu de Feira e, assim, permanece na primeira divisão.
Após confusão em coletiva, Lourenço diz que situação do Bahia é reversível
A Tarde
Apesar das especulações em torno da saída de Rogério Lourenço do Bahia, o treinador ainda falou como técnico do Esquadrão, mesmo sem querer comentar sobre a situação no cargo. “Eu falo apenas sobre o jogo”, disse Lourenço logo no início da coletiva para os jornalistas e radialistas presentes.
Ao ser questionado pelo repórter Márcio Martins, da Itapoan FM, se iria pedir demissão ou esperar ser demitido, o técnico novamente reforçou o fato que só falaria sobre a partida, criando uma confusão com o radialista. Quando comentou sobre o jogo, Lourenço elogiou o primeiro tempo do time, e disse que após ter levado dois gols de maneira rápida ficou difícil a reação. 
“É uma situação reversível. O grupo é bom, eles vão conseguir reagir. Tem coisas no futebol que a gente não consegue explicar. Todo mundo está muito chateado”.
Confusão no clássico BaVi está na mira do TJD-BA
Portal do Futebol Baiano

A confusão após o BaVi decisivo do último domingo, 3, que deu o tricampeonato baiano ao Vitória, está na mira do Tribunal de Justiça Desportiva da Bahia (TJD-BA). De acordo com o procuradir Gino Muraro, o TJD vai agir assim que a súmula do jogo estiver disponível.
“Vamos esperar, mas, com certeza, alguém provocou a confusão. Nem a chuva esfriou os ânimos dos jogadores, mas a situação foi contornada rapidamente e não houve maiores danos”, declarou ao site da Justiça Desportiva.
Ainda segundo Muraro, o Vitória corre risco de ter o estádio interditado. “O clube pode ser denunciado por deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto”, acrescendou.
Aos socos e pontapés, jogadores de Bahia e Vitória foram às vias de fato depois que Ramon empatou a partida, em cobrança de pênalti, já no fim do jogo. Assim que o árbitro Leandro Vuaden encerrou o clássico, a pancadaria se alastrou. O clássico terminou em 2 a 2. Como havia vencido em Pituaçu por 2 a 1, o Leão sagrou-se tricampeão.
Expulso, técnico Ferreira causa “confusão” no Barradão
Futebol Baiano
Foto: Luciano Pina

Dentro de campo, o Atlético tentava com muito esforço chegar à final do Campeonato Baiano. Fora das quatro linhas, no entanto, o treinador Ferreira não conseguia conter as emoções após reclamar demasiadamente com o árbitro, agredindo verbalmente os dirigentes do Vitória.
Expulso ainda no primeiro tempo, o treinador do Atlético procurou alvos para acertar seus “tiros”. Sobrou para Alexi Portela e Jorginho Sampaio, dirigentes que o colocaram no Vitória em 2006. De acordo com informação de quem presenciou a cena, o ex-técnico do Vitória xingou os cartolas.
Na tentativa de ofender os dirigentes, citava palavras de baixo calão, tentando denegrir a imagem de ambos gestores. Totalmente fora de si, precisou da ajuda da polícia para ser retirado de campo. Ferreira foi treinador do Vitória em 2006 na série C do campeonato brasileiro. Cogita-se que ele ainda não engoliu a demissão naquela ocasião.
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