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Com quatro brasileiros, Fifa divulga seleção popular da Copa
Terra

Nem mesmo a trágica participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo apagou a boa imagem de alguns jogadores com os torcedores. A Fifa divulgou nesta quarta-feira a seleção do Mundial por voto popular, e a lista conta com quatro brasileiros: Neymar, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo
Campeões do torneio, os alemães também têm quatro representantes (Neuer, Hummels, Kroos e Müller) entre os jogadores, e contam ainda com Joachim Löw como melhor técnico.
Além de brasileiros e alemães, os onze melhores ficam completos com os argentinos Messi e Di María e o colombiano James Rodríguez.
A votação ocorreu no site da entidade, entre os dias 27 de junho e 13 de julho. Vale lembrar que esta equipe não é eleita necessariamente por critérios técnicos, e sim por preferência popular. A “real” seleção da Copa do Mundo já havia sido anunciada pela Fifa e conta com dois brasileiros: Thiago Silva e Oscar.
Seis partidas agitam a Copa do Brasil na noite desta quarta
Futebol Interior

A Copa do Brasil promete ser agitada nesta quarta-feira, quando acontecerão seis jogos. Enquanto o Corinthians recebe o Bahia, o Palmeiras visita o Avaí. Já a Ponte Preta encara o Vasco, em casa. Os jogos são válidos pela rodada inicial da terceira fase da competição que ainda contará com o confronto entre ABC e Novo Hamburgo. Pela segunda fase, outras duas partidas de volta serão realizadas. O Ceará recebe a Chapecoense e o Santa Cruz joga diante do Botafogo.
Confira os jogos desta quarta-feira:
19h30
Avaí x Palmeiras
Ceará x Chapecoense
ABC x Novo Hamburgo
22h
Corinthians x Bahia
Santa Cruz x Botafogo-PB
Ponte Preta x Vasco

Copa do Brasil volta a ser disputada nesta terça-feira
CBF

A Copa do Brasil volta a ser disputada nesta terça (22), com um jogo: Figueirense x Bragantino, em Florianópolis, válido pela partida de volta da segunda fase – no primeiro confronto, 2 a 1 para a equipe paulista.
No dia 23, serão mais duas partidas de volta da segunda etapa: Santa Cruz x Botafogo/PB e Ceará x Chapecoense. A segunda fase se encerra com Sport x Paysandu, dia 24.
Quatro jogos de ida da terceira fase também serão disputados no dia 23: Avaí x Palmeiras, ABC x Novo Hamburgo, Ponte Preta x Vasco da Gama, Corinthians x Bahia.
Jornal inglês faz lista polêmica com 10 coisas que a Copa ensinou
Esportes.br

O diário inglês Daily Mail publicou 10 lições que a Copa do Mundo de 2014 nos deixou e algumas delas causam controvérsia. Veja e comente!
1- Faz tempo que o Brasil deixou de ser o dono do ‘joga bonito’: A humilhação diante da Alemanha foi a pedra final sobre a realidade atual do futebol brasileiro. Sem convencer desde o início da Copa, a seleção não encanta mais como antes
2- Disputas entre seleções são o ápice do futebol: Por melhor que sejam os campeonatos nacionais pelo mundo, a recepção e carinho da torcida para seleções como Argélia, Costa Rica e Colômbia mostram que só as seleções têm o poder de criar uma comoção tão grande entre as pessoas
3- Só vontade não ganha jogo: Não se vence um jogo só com a paixão e vontade demonstrada por Suárez no Uruguai, nem apenas com tática como a Costa Rica. Deve haver um equilíbrio entre os dois, e o desempenho da seleção brasileira, tão fundamentado no emocional que na fase final do torneio fez os atletas se desmancharem em lágrimas e nervosismo, foi um lembrete do que não deve ser feito
4- Futebol ofensivo chegou para ficar: o ímpeto no ataque de seleções como Chile e Colômbia encantou o mundo e deve conquistar mais admiradores daqui em diante
5- Jogadores da Inglaterra ainda são supervalorizados: o desempenho inglês na Copa-2014 pode não ser tão ruim como os números mostram, mas a imprensa do país ainda acha que os jogadores estão num patamar mais alto do que a realidade indica
6- A Fifa está acabada: o escândalo da máfia dos ingressos e as polêmicas envolvendo o presidente da entidade, Sepp Blatter, ajudaram a demolir a imagem já arranhada da Fifa e deixá-la em descrédito com os torcedores
7- Brasil não deveria ter sediado a Copa do Mundo: por mais que o Mundial tenha se tornado uma experiência divertida e inesquecível, a disparidade de riqueza entre as pessoas dentro e fora do estádio e as inúmeras denúncias de superfaturamento nas obras da competição não deveriam acontecer
8- Louis Van Gaal é um pouco louco: o técnico holandês, que surpreendeu o mundo ao trocar o goleiro antes da disputa de pênaltis contra a Costa Rica, usou pelo menos três formações táticas diferentes durante a Copa do Mundo, e muitas vezes mudou o posicionamento do time durante o jogo. A maioria deu certo, mas não deve ser fácil para os jogadores acompanharem a cabeça do comandante
9- O mundo ainda é enorme: A fama e prestígio das ligas européias fazem o mundo parecer menor do que realmente é. Na Copa de 2014 alguns dos posicionamentos táticos mais interessantes vieram de seleções fora dos holofotes como Costa Rica, Chile e Colômbia
10- Os alemães acertaram na mosca: após sucessivos fracassos nos últimos anos, a Alemanha resgatou o belo futebol da sua era dourada, produziu ótimos jogadores e uma seleção de dar orgulho
Estádio cheio pode ser o grande legado da Copa para o país do futebol
Futbeolbr

O futebol tratado como artigo de luxo lotou estádios e empolgou os torcedores, o que pode ser para o Brasil o grande legado da Copa do Mundo, trazendo enfim à tona este termo tão perseguido desde a escolha do país como sede do torneio pela segunda vez na história.
No Mundial, a média de público ficou acima dos 50 mil espectadores. Em 2013, todos os jogos realizados em casa pelos clubes que disputaram as quatro divisões do Brasileirão, Copa do Brasil, Taça Libertadores, Copa Sul-Americana, Recopa, Copa do Nordeste e Campeonatos Estaduais registraram média de 4.672 pessoas pagando ingresso.
A Série A do campeonato nacional, que deveria ser a cereja do bolo, levou em média cerca de 12 mil pessoas aos estádios. No Campeonato Alemão, foram mais de 43 mil espectadores em média, no Inglês mais de 36 mil, e no Espanhol, mais de 26 mil.
A diferença fundamental da nossa realidade é que por aqui o futebol não é tratado como atração. Isso fica claro diante dos números.
Fica a pergunta então: O que podemos tirar da Copa? Não é difícil enxergar um caminho. Valorizar o genuíno futebol daquele que se diz o país desta modalidade, fazer com que nossos jogos não sejam meros compromissos dentro de competições, impedir atletas de atuarem sem preparação adequada e entender o torcedor como mais que um mero comprador de ingresso.
O ‘Padrão Fifa’ virou até pauta reivindicatória de manifestações populares, nas quais se cobravam ironicamente hospitais, escolas e saneamento com grau de exigência tão alto como o da entidade. No que se refere aos campeonatos e partidas, não faria mal algum pensar na organização do futebol brasileiro com mais sofisticação.
Os grandes clubes brasileiros jogam excessivamente e deixam de ser atrativos. O torcedor sequer sente saudade de ver o time que torce entrar em campo porque isso acontece três vezes por semana durante quase toda a temporada. Enquanto isso, na Europa, o calendário menos inchado favorece a ocupação dos estádios.
Além disso, na Copa do Mundo o torcedor é bem tratado. Obviamente são públicos diferentes se comparados aos dos campeonatos do Brasil, mas quem paga seja R$ 1.000, R$ 300 ou R$ 10 merece respeito. Inclusive no horário, porque quem vai ao estádio de futebol assistir a uma partida que começa às 22h sabe as dificuldades que o esperam na volta para casa.
Na competição que acaba de terminar, há craques de primeira grandeza, seleções com muita qualidade, o que não se verá quando retornarmos à nossa realidade. O torcedor brasileiro ficará feliz, no entanto, em ver jogadores bem preparados se doando ao máximo, clubes organizados e bons gramados nos estádios.
Fora das quatro linhas, a situação é preocupante quanto à utilização futura da Arena Pantanal, em Cuiabá, da Arena da Amazônia, em Manaus, e do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. As três cidades não têm times nas duas primeiras divisões do Campeonato Brasileiro.
No período que antecedeu o Mundial, as administradoras destes equipamentos esportivos tiveram que convidar times ‘forasteiros’ para poder cumprir o calendário de eventos-testes obrigatórios da Fifa. Vale lembrar que, juntos, estes estádios custaram R$ 2,7 bilhões.
Autoridades do governo federal e também dos poderes públicos locais garantiram que a construção dessas arenas possibilitaria o desenvolvimento do futebol nessas cidades. Não falaram, contudo, como isso aconteceria. Geralmente usam a possibilidade de realizar shows e eventos, além de jogos de futebol, uma estratégia arriscada.
Infelizmente, o mais provável é que Arena Pantanal, Arena da Amazônia e Estádio Nacional Mané Garrincha virem ‘elefantes brancos’, o que não é novidade em Copas, diga-se de passagem.
Os outros legados, lamentavelmente, quase inexistem. É preciso ressaltar que os aeroportos – considerados antes da Copa a principal preocupação -, funcionaram normalmente. Na grande maioria, os torcedores também chegaram bem aos locais dos jogos. Isso, no entanto, não foi o suficiente.
Claro que ninguém imaginava as 12 cidades-sedes sendo absolutamente transformadas por causa da Copa do Mundo. A esperança, contudo, é que elas ficassem melhores do que antes. Corredores viários, novos sistemas de transporte, recuperação de áreas degradadas, muito pouco disso saiu do papel.
Brasil e Holanda se enfrentam pela quinta vez em Copas
Bahia Notícias

A seleção brasileira reencontrará seu algoz na Copa de 2010 no próximo sábado, em Brasília, na decisão do terceiro lugar. Será o quinto confronto entre Brasil e Holanda na história dos Mundiais – a equipe holandesa leva a melhor, com duas vitórias (em 1974 e 2010) e sete gols marcados. O time brasileiro venceu o rival em 1994, nos Estados Unidos. Quatro anos depois, o Brasil eliminou os holandeses nos pênaltis e garantiu uma vaga na final. No total, o ataque brasileiro fez cinco gols.
O primeiro confronto ocorreu na segunda fase do Mundial da Alemanha, há 40 anos. Na ocasião, a vitória daria a vaga na final do torneio ao Brasil. Maior destaque daquela Copa, a Holanda fez 2 a 0 na equipe treinada por Zagallo. Neeskens marcou o primeiro, aos 5 minutos do segundo tempo, encobrindo o goleiro Leão. Cruyff ampliou 15 minutos depois.
O troco do Brasil ocorreu depois de 20 anos. Em jogo, uma vaga na semifinal do Mundial de 1994. Em Dallas, Romário e Bebeto colocaram a seleção brasileira na frente. Bergkamp e Winter empataram em 12 minutos. A nove minutos do fim, Branco, de falta, marcou o terceiro gol brasileiro. Com a vitória por 3 a 2, a equipe treinada por Parreira conseguiu voltar à disputa por um lugar na final de Copa do Mundo.
Em 1998, novo confronto decisivo. Na semifinal da Copa da França, a vitória brasileira veio nos pênaltis, com uma brilhante atuação de Taffarel – o goleiro defendeu as cobranças de Cocu e Ronald de Boer. O Brasil foi à decisão contra os anfitriões após um empate por 1 a 1 em 120 minutos de jogo.
Há quatro anos, na África do Sul, o Brasil acabou eliminado pelos holandeses pela segunda vez em um Mundial. O time brasileiro saiu na frente ainda no primeiro tempo, com Robinho. Sneijder, porém, marcou dois gols na etapa final e deu a vitória à Holanda.

Média de gols da Copa cai após fim das quartas de final
Bahia Notícias

A Copa do Mundo no Brasil já não é referência na média de gols. Após 60 jogos disputados, a competição soma 159 gols marcados. A média, assim, caiu para 2,65 por confronto, ocupando o 13.º lugar entre as 20 edições do Mundial.
Até o fim da primeira fase, a edição 2014 registrava a maior proporção desde o Mundial de 1970. Na ocasião, depois de 48 partidas disputadas, 136 bolas acabaram nas redes. A média de 2,83 gols por confronto, na ocasião, ocupava o oitavo lugar no ranking.
Com o início da fase eliminatória, o número de gols começou a cair. Nos oito jogos das oitavas de final, 18 gols foram marcados (média de 2,25). Na sequência, mais uma queda: em quatro partidas, a rede balançou em sete oportunidades (a proporção foi de apenas 1,75 gol por jogo).
Agora, a quatro confrontos do fim da competição, a média de gols da atual edição da Copa do Mundo está à frente de seis Mundiais: 1974 (2,55), 1986 (2,54), 2002 (2,52), 2006 (2,30) e 2010 (2,27) e 1990 (2,21). O torneio do Brasil está perto de superar três edições: 1998 (2,67), 1978 (2,68) e 1994 (2,71).
FRANÇA – A Copa do Mundo de 1998, na França, foi marcada pelo aumento no número de seleções – pela primeira vez, 32 equipes disputaram o título e 64 partidas foram disputadas. Ao término da competição vencida pelos anfitriões, 171 gols foram marcados. Assim, com 13 gols nas últimos quatro jogos, a Copa 2014 supera o número registrado há 16 anos.
Copa alcança a 2ª melhor média de público da história
Bahia Notícias

A Copa do Mundo no Brasil alcançou a segunda maior média de público da história, superada apenas pelo Mundial de 1994, nos Estados Unidos, confirmou a Fifa de forma oficial neste domingo (6). Dentro de cada estádio, ou até mesmo pela TV, foi possível notar as arquibancadas praticamente lotadas.
Pode-se dizer que, em relação ao público, ao menos, essa Copa foi um sucesso – ostentando 98,3% de ocupação e 3,1 milhões de ingressos vendidos. A média de público nos 60 jogos da competição realizados até aqui foi de 52,7 mil pessoas por partida, superando os 52,4 mil da Copa da Alemanha, em 2006. A marca brasileira, entretanto, é bem menor que a de 68,9 mil pessoas contabilizada em 1994, isso por causa da grande capacidade de ocupação dos estádios nos Estados Unidos.
Ainda serão incluídos na conta os números das próximas partidas – semifinais, final e disputa pela terceira colocação -, contudo, a posição do Brasil nesse ranking não deve se alterar, até pelo fato de que estes próximos quatro confrontos deverão contar com lotação máxima nos estádios.
Alemanha e França duelam contra gripe, dúvidas e críticas
Terra

O primeiro semifinalista da Copa do Mundo de 2014 começa a ser definido nesta sexta-feira, às 13h, no Maracanã. Alemanha e França se enfrentam e duelo pelas quartas de final do Mundial do Brasil naquele que é o principal clássico desta fase. Quem avançar enfrenta o vencedor do duelo entre Seleção Brasileira e Colômbia, que jogam mais tarde, às 17h, em Fortaleza.
Para a partida desta sexta, os dois gigantes europeus precisam antes resolver seus próprios problemas, que giram entorno de problemas físicos, críticas, dúvidas na escalação e até mesmo um surto de gripe. Isto porque sete jogadores alemães estão lidando com dores de garganta e febre. Para os germânicos, há ainda a preocupação por conta da lesão do defensor Shkodran Mustafi, que foi cortado depois de problema na coxa esquerda.
No caso francês, a dúvida é por conta do ataque. O centroavante Olivier Giroud teve atuação fraca contra a Nigéria, pelas oitavas de final, e viu Antoine Griezmann ser decisivo nos últimos minutos, situação que pode fazer com que o técnico Didier Deschamps faça mudanças em sua equipe.
A dificuldade que Alemanha e França tiveram para derrotar, respectivamente, Argélia e Nigéria tornou-se motivo para críticas às duas seleções, especialmente no caso germânico. Entretanto, os técnicos não querem se importar com a pressão externa, mesmo sabendo que um deles estará fora da Copa e a caminho de casa no fim do dia.

Fifa divulga lista com os 10 melhores jogadores da Copa do Mundo 2014
Jornaloção

A Fifa divulgou nesta quarta-feira (2/7) a lista dos melhores jogadores da Copa do Mundo 2014 até as oitavas de final, e o primeiro colocado é brasileiro. Segundo a entidade, o zagueiro David Luiz, que joga pelo Chelsea (Inglaterra) foi quem apresentou melhor aproveitamento até então, com a recuperação da posse de bola em 24 oportunidades, a acerto em 77,9% dos passes e um gol marcado, contra o Chile.
David Luiz estava em terceiro lugar na primeira fase, mas conseguiu ultrapassar o meio-campista colombiano James Rodríguez, atual artilheiro da competição e o francês Karim Benzema que aparece em terceiro. Neymar está em sexto.
Confira a lista completa e a nota atribuída pela Fifa a cada um deles:
1º David Luiz, Brasil (9,79)
2º James Rodriguez, Colômbia (9,74)
3º Karim Benzema, França (9,7)
4º Arjen Robben, Holanda (9,66)
5º Jan Vertonghen, Bélgica (9,62)
6º Neymar, Brasil (9,59)
7º Thiago Silva, Brasil (9,56)
8º Ivan Perisic, Croácia (9,53)
9º Johan Djourou, Suíça (9,5)
10º Thomas Mueller, Alemanha (9,48)









