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:: 10/abr/2020 . 11:33

Clubes cogitam ação bilionária e até acionar Governo Federal contra Turner

Uol

Os clubes brasileiros que negociaram seus direitos de TV fechada com a Turner para o Campeonato Brasileiro reagiram com surpresa ao serem notificados no último dia 3 de abril pela empresa, que citava a possibilidade de rescisão contratual. Com conversas frequentes entre elas, as oito agremiações (Athletico Paranaense, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos) têm estudado uma resposta que pode até envolver o governo brasileiro e uma ação bilionária.

A Turner alega que os clubes teriam desobedecido uma série de cláusulas contratuais nos acordos de transmissão. Os dirigentes das equipes não falam publicamente sobre o assunto devido à confidencialidade imposta nos documentos, mas há entre eles o entendimento de que os descumprimentos são discutíveis e de que, ainda que haja abertura para diálogo e rediscussão, o aceno com a possibilidade de rescisão é excessivo e desproporcional.

Diante da notificação, mais de 20 advogados – entre membros de departamentos jurídicos de clubes e escritórios contratados – têm estudado uma reação caso a Turner caminhe nessa direção. Os contratos de transmissão são considerados uma fonte imprescindível de receita e totalizam cerca de R$ 2,3 bilhões. Em caso de rescisão, uma ação judicial não está descartada. Os clubes cogitam também ir além disso e acionar o Governo Federal em busca de providências contra a empresa pelo valor dos contratos e sua importância para o futebol brasileiro nesse momento.

Dirigentes dos clubes parceiros têm reclamado há meses da postura da Turner. Alegam dificuldades no diálogo e pouco interesse em desenvolver o produto. A visão nos times brasileiros é a de que a empresa não soube explorar o futebol nacional e, em meio à pandemia do coronavírus, procura uma saída para rescindir o contrato.

A Turner refuta essa ideia e afirma não ter desejo de parar e transmitir o Brasileirão. Em nota enviada ao UOL Esporte, a empresa diz que “A Turner enviou na sexta-feira, 3 de abril, uma notificação aos clubes com os quais mantem contrato para exibição da Série A do Campeonato Brasileiro 2020. Essa carta reitera o que já foi colocado aos clubes em novembro de 2019, sobre o que não tivemos quase nenhuma resposta, e pede que venham conversar com a Turner para solucionar questões pendentes. Há certas obrigações que a Turner deseja reforçar, incluindo compromissos assumidos pelos clubes que são essenciais para que a Turner crie um modelo de negócios sustentável”.

“A Turner propõe uma nova conversa, ao mesmo tempo em que não descuidará das ações necessárias à defesa de seus direitos. A Turner sempre privilegiou o diálogo e acredita numa solução conjunta”, completa o comunicado.

Presidente da Fifa diz que deve ajudar o futebol de forma financeira

Terra

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, definiu três prioridades para o futebol nos próximos meses: a saúde, a prontidão da instituição para ajudar o futebol na atual circunstância e que ocorre um processo de consulta para considerar a evolução do futuro do esporte. A mensagem foi passada através de vídeo aos 211 membros associados da entidade.

O italiano disse não ter pressa para o reinício das competições enquanto não houver 100% de segurança para quem trabalha com o futebol.

– Nossa primeira prioridade é que a saúde venha em primeiro lugar. Nenhuma partida, nenhuma competição vale arriscar uma vida humana. Seria mais do que irresponsável forçar a retomada das competições. Se tivermos que esperar um pouco mais, devemos fazê-lo.

O presidente destacou também que a Fifa possui uma reserva emergencial de dinheiro e que irá servir para ajudar o esporte e não a entidade. Infantino disse que há um estudo para avaliar o impacto financeiro no futebol com o objetivo de preparar uma resposta correta para a crise que acomete clubes e competições.

– Nossas reservas não são dinheiro da Fifa. São dinheiro do futebol. Quando o futebol necessita, nós vamos pensar em como podemos fazer para ajudar. O mundo saberá para onde vai o dinheiro e o por que dele ir para onde vai.

O mandatário também fez questão de agradecer os presidentes de todas as federações pela união neste momento. Infantino completou dizendo que é necessário encontrar equilíbrio para proteger clubes e seleções em relação ao calendário do esporte. Acrescentou pedindo flexibilidade e bom senso com relação aos contratos e transferências de jogadores na janela de transferência.

Situação diferente do coronavírus nos estados preocupa a CBF

Galaticos Online

A situação distinta de cada estado brasileiro com a relação a casos confirmados e mortes pela Covid-19 deixa ainda mais nebulosa qualquer previsão de data para início do Campeonato Brasileiro em 2020, previsto inicialmente para maio. Hoje a CBF não trabalha com datas justamente porque não sabe quando os aeroportos estarão liberados para o deslocamento necessário para que a competição possa ocorrer normalmente.

A diretoria da CBF apresentou essas condições a presidentes de clubes que participaram na terça (7) de uma reunião, por meio de videoconferência, para discutir entre outros temas o calendário do futebol em meio à pandemia do novo coronavírus. Os clubes, de olho em antecipar receita de direitos de transmissão, pediram a CBF para manter o formato do torneio, em 38 rodadas.

A CBF avisou que hoje é impossível prever o cenário, principalmente porque os estados terão o abrandamento do isolamento social realizado em períodos diferentes e será preciso uniformidade para se jogar a competição. É situação parecida com a que vive a Conmebol com relação a seus campeonatos de clubes, a Libertadores e a Sul-Americana, que reúnem times de dez diferentes países da América do Sul, cada um com grau diferente de contágio e de ação para combater o novo coronavírus.

O cenário do Brasileiro para a CBF ainda não chega a esse ponto, mas preocupa. Segundo dados do Ministério da Saúde, alguns estados vivem situações mais críticas devido ao alto número de casos confirmados e a situação dos sistemas de saúdes, que podem não ter UTIs suficientes para receber os doentes nas próximas semanas.

Receita de quase R$ 400 milhões com sócio-torcedor fica ameaçada com quarentena

Super Esportes

Fonte de receita em crescimento e cada vez mais importante para as contas dos clubes, os programas de sócio-torcedor são mais uma atividade em risco diante da paralisação do futebol nacional em função do surto do coronavírus. A crise econômica e a falta de jogos podem acarretar na perda de apoiadores, especialmente porque o acesso aos ingressos é visto como principal motivador para o pagamento das mensalidades.

Esses programas tiveram faturamento total de R$ 390 milhões nos clubes da Série A em 2018. O valor representa um incremento de 42% na comparação a 2014. E quase 8% dos pouco mais dos R$ 5 bilhões dos recursos obtidos por essas equipes há dois anos, segundo levantamento de André Monnerat, diretor de negócios da Feng Brasil, empresa especializada em programas de sócio-torcedor.

Por suas características, a receita dessa iniciativa ganha em importância com o cenário de crise. Afinal, ela é recorrente, entrando no caixa dos times mensalmente. E como na maior parte dos casos o pagamento é anualizado, ainda que com parcelas mensais, permite o uso pelos clubes em momento de baixa no caixa

O desafio para os times é manter essa receita ativa no momento em que outras já caíram, com a saída de alguns patrocinadores, a paralisação no pagamento do contrato pelos direitos de transmissão e também a bilheteria dos jogos. Especialistas comparam esse momento com o período de férias no futebol, mas com dois fatores preocupantes: o baixo engajamento do torcedor em um momento de crise sanitária e a falta de perspectiva sobre quando as competições serão retomadas.

A estratégia a ser adotada neste momento pode ser reforçar o relacionamento com o torcedor, demonstrando sua importância para o sustento do clube, como destaca Gustavo Herbetta, fundador e CEO da agência de marketing Lmid e que já chefiou esse departamento no Corinthians.

“O sócio-torcedor que normalmente já se esforça para manter a sua anuidade em dia, precisa sentir mais do que nunca que o clube o conhece e que ele possui vantagens por se relacionar com o time. Esse é o momento de se unir ainda mais aos patrocinadores e sugerir em conjunto benefícios para a base, porque o sócio é o público alvo da marca também, é esse torcedor que a marca quer converter em prol do seu produto”, afirmou.

Desassociar o programa do ingresso, apostando na paixão, é a alternativa viável para manter os torcedores vinculados financeiramente aos clubes. “A relação do sócio com o clube não pode ser só financeira. É a relação com mais amor que existe. Na Inglaterra,uma pesquisa mostrou que o primeiro motivo para o torcedor ser sócio é para ajudar o time. Depois, para estar ao lado dos amigos, mas aqui é diferente: se é sócio pelo ingresso”, destaca Amir Somoggi, sócio da Sports Value Marketing Esportivo.

E se não há jogos, o confinamento das pessoas em suas residências pode ser usado favor dos clubes para aumentar o engajamento, através de atividades que possam ser exclusivas ao sócio, de relacionamento, como bate-papos com ídolos. “As pessoas estão enclausuradas, dando uma audiência inédita para internet e tevês. Você pode usar a imagem do clube, com um ídolo, em um hangout (modo de conversação pela internet que pode incluir vídeos)”, sugere Somoggi.

Repensar modelos podem ser importante, pois o programa de sócio-torcedor é peça fundamental nas receitas de diversos clubes. O caso mais claro envolve os dois principais times do futebol gaúcho. O Grêmio possui 90 mil sócios ativos, com uma arrecadação de R$ 75 milhões no ano passado. “Temos uma preocupação por ser uma receita importante para o nosso fluxo”, diz o diretor executivo de marketing Beto Carvalho.

Não é diferente com o Internacional, com 125 mil sócios ativos e receita de R$ 90 milhões em 2019. O clube tem sido ativo nas redes sociais, com a divulgação de atividades lúdicas para o torcedor realizar em casa, tentando ampliar a ligação com o público, apostando em seu engajamento para conseguir manter o time fortalecido.

“O quadro social do Inter é muito sólido e engajado. Mas a gente sabe que não é não querer pagar em muitos casos. É não ter para pagar”, diz Nelson Berny Pires, vice-presidente demarketing e mídia do clube, lembrando que há mais de dez anos o time possui mais de 100 mil sócios. “Eles sabem que nós temos nomes como Cuesta e Guerrero no elenco por causa deles”, comenta.

Equipe com maior torcida do Brasil, o Flamengo faturou R$ 61,6 milhões com seu programa no ano passado e já sente o efeito da pausa nas competições. De acordo com levantamento da reportagem do Estado, o clube contava com 120.486 sócios em 24 de março. Já nesta quarta-feira, esse número havia caído para 115.329, como aponta o site do programa “Nação Rubro-Negra”.

Eurocopa: Jornal aponta primeiras cidades que podem desistir de sediar torneio; Uefa desconversa

MSN

O adiamento da Eurocopa, que seria realizada neste ano, levantou muitas dúvidas, em especial sobre sua sede. O plano da Uefa, organizadora, era ter vários países como palco do torneio, no entanto, segundo o jornal Daily Mail, algumas cidades já não querem mais receber os jogos.

Roma, na Itália, e Bilbao, na Espanha, são as duas cidades apontadas pelo periódico britânico, que ainda afirma preocupação destas com a grande quantidade de afetados pelo coronavírus e com a economia neste momento.

A publicação repercutiu na Europa e chegou até um membro do Comitê Executivo da Uefa. Alexei Sorokin, como informa o GloboEsporte.com, explicou que ‘não é bem assim…’

“Prefiro ouvir as declarações oficiais da Uefa em vez das opiniões expressas por determinados meios de comunicação, mesmo que respeitados”, disse em entrevista à agência Tass, em que ainda explicou que as sedes, ainda participarão de videoconferências para discutir o futuro durante esta semana.

“Todas as cidades-sede têm tempo para refletir até o final do mês. Tudo ficará claro em 30 de abril, quando soubermos quais das cidades-sede da Eurocopa continuarão com a organização e quais decidirão abandonar esse processo”.

A Eurocopa deve acontecer em 2021, e 12 países sediarão as partidas, caso o plano siga de pé.

Federação de Atletas acena a CBF com intervalo mínimo de 48h entre jogos para “manter empregos”

Globo Esportes

Em meio a discussões de clubes e federações sobre encaixes do calendário 2020, a Federação Nacional dos Atletas de Futebol encaminhou sugestão à CBF para adequar o acúmulo de compromissos do ano em cenário de possível falta de datas na temporada com a pandemia do coronavírus. Pela manutenção de acordos e dos empregos do futebol brasileiro, Felipe Augusto Leite disse que a Fenapaf defenderia a redução do intervalo entre os jogos de 66h para 48h.

A flexibilização desse intervalo entre as partidas se daria em comum acordo entre federações, a CBF e a Fenapaf, que foi quem homologou esta regra junto à entidade nacional do futebol em 2017. Desde então consta no Regulamento Geral de competições da CBF a vedação para clubes e atletas atuarem sem intervalo mínimo de 66h. Em alguns estados, como no Rio, a Ferj prevê intervalo mínimo de 60h.

– Falei com o presidente Caboclo no início da paralisação. Também com o Rubinho (presidente da Ferj) – comentou o presidente da Fenapaf, contando que os dirigentes foram receptivos à ideia. – Rubinho achou espetacular. Ouviram (Caboclo e Rubinho) com agradecimento. Estão vendo que todos querem solucionar uma coisa tão grave. Nosso entendimento é de colaborar, encontrar saídas. Os atletas são sensíveis ao que está se passando – completou Felipe Augusto Leite.

Ele disse que qualquer denúncia sobre infração de regulamentos – do intervalo mínimo entre partidas, previsto anteriormente para 66h – só sairia da Fenapaf.

– A sugestão é num momento de excepcionalidade extrema. Precisamos manter postos de trabalho. Não vou ser eu que vou fazer isso (denunciar a infração do regulamento de 66h). Estamos em caráter excepcionalíssimo. Não vamos botar clubes de dois em dois dias para jogar várias vezes. Um joga uma vez, outro joga e vai acomodando para não sobrecarregar ninguém – comentou o dirigente da federação de atletas.

O blog do jornalista Rodrigo Capelo, do GloboEsporte.com, fez levantamento com a hipótese dos jogos de futebol – entre estaduais e competições nacionais e internacionais – retornarem em 1º de julho e ir até 20 de dezembro, com total de 50 datas disponíveis (considerando jogos quarta e domingo). Mesmo que atuassem duas vezes por semana – quarta ou quinta e sábado e domingo, por exemplo -, não haveria datas suficientes para 61 possíveis compromissos dos clubes (6 jogos estaduais, 11 de Copa do Brasil, 38 do Brasileiro e 6 na Libertadores).

Para retorno dia 1º de junho, restariam 202 dias até 20 de dezembro. Para cumprir calendário com 61 datas seria preciso realizar um jogo a cada três dias. Sem contar que há possíveis paralisações em data Fifa – embora o calendário de seleções deva ser o mais prejudicado pela pandemia.

Globo cria meta de audiência para reprise de 2002 e planeja votação popular

Uol

A Globo já planeja os próximos passos para exibir jogos antigos da seleção brasileira nas tardes de domingo caso consiga uma boa audiência amanhã (11), data em que vai transmitir a vitória por 2 a 0 sobre a Alemanha na final da Copa do Mundo de 2002. A emissora estipulou uma meta de Ibope para a Grande São Paulo e pretende abrir votação popular caso o projeto vá adiante.

Segundo apurou o UOL Esporte, a emissora carioca espera que a partida que marcou o pentacampeonato da seleção marque pelo menos 18 pontos de Ibope na principal metrópole do Brasil. Essa média é conseguida por jogos sem tanta importância do Campeonato Paulista, por exemplo.

A média do horário, que contempla jogos dos estaduais e do Campeonato Brasileiro, costuma ser de mais de vinte pontos de audiência. Em alguns domingos, o futebol consegue representar a maior audiência da Globo, superando até mesmo o “Fantástico” e o “Domingão do Faustão”.

Caso a emissora atinja a audiência estipulada, já existe a ideia de reprisar mais jogos importantes da seleção brasileira aos domingos enquanto durar a suspensão do futebol nacional. A reportagem apurou que a ideia da Globo é colocar três partidas para votação popular, assim como acontece em um paredão do Big Brother Brasil, por exemplo.

Serão dadas três alternativas, e a partida mais votada será reprisada na semana seguinte. As três primeiras opções do plano nesse esquema já foram escolhidas pelo Esporte da Globo e são jogos de inegável apelo popular.

As partidas que estão na fila são a goleada sobre a Argentina na final da Copa das Confederações de 2005, a vitória sobre a Espanha na decisão da Copa das Confederações de 2013 e o jogo que rendeu a medalha de ouro inédita nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.











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