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Afronta à Globo, MP assinada por Bolsonaro prejudica clubes pequenos

Ig Esportes

Na última quinta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória (MP) 984, que dá o direito de arena e transmissão de jogos apenas ao time mandante de partidas. Antes, as duas entidades esportivas participantes do evento eram detentoras do direito de arena. Mas, para especialistas, o tema não deveria ser tratado em uma medida provisória .

A MP traz mudanças na Lei Pelé (Lei 9.615/1998) e no Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei 10.671/2003). O texto prevê que 5% da receita proveniente dos direitos audiovisuais será distribuído igualmente aos atletas envolvidos no jogo. Além disso, em caso de eventos sem definição de mando de jogo, a transmissão dependerá da anuência dos dois clubes. A medida ainda permite contratos de trabalho por 30 dias, até o fim de 2020, e autoriza que empresas detentoras de direitos de transmissão patrocinem ou veiculem suas próprias marcas nos uniformes de clubes.

A medida impacta diretamente à Rede Globo, pois a emissora não chegou a fechar contrato com o Flamengo para a transmissão do Campeonato Carioca, que teve seu retorno marcado para esta quinta-feira (18). Agora, o clube poderá negociar, como mandante de suas partidas, com outras emissoras e canais de streaming.

Para o advogado especialista em direito desportivo Mauricio Correia da Veiga, sócio do Corrêa da Veiga Advogados, o tema em questão não deveria ser tratado em medida provisória. Além disso, para ele, a MP é uma afronta direta à Rede Globo, com quem Bolsonaro criou várias situações de embate desde o começo de sua candidatura.

“Esta questão do direito de arena e vedações impostas para quem transmite o espetáculo não deveria ser objeto de Medida Provisória. É para confrontar a Globo, me parece. Lembra a final de 2000, quando o Vasco colocou o SBT como patrocinador”, diz o advogado.

Carter Batista, especialista em direito desportivo, sócio do Osório Batista Advogados, também considera que essa é uma decisão importante, que não deveria ser definida através de Medida Provisória.

“Talvez não fosse uma medida para ser tomada via Medida Provisória. Essas questões que afetam a sociedade de forma ampla merecem um debate, merecem o envolvimento das partes. E, aparentemente, o presidente conversou apenas com o Flamengo. Será que agrada ao Flamengo?! Será que agrada aos outros clubes, aos menores?! São questões que a gente deixa em dúvida. A princípio, na minha visão, ela não é uma medida salutar”, aponta o advogado.

Carter acredita que ainda é cedo para falar sobre as consequências que, de fato, a MP pode acarretar, mas defende que a medida, se for aprovada, prejudica principalmente os clubes menores.

“Eu temo muito pelos clubes de menor potencial. Isso pode causar uma situação de recrudescimento, vamos chamar assim, desse abismo que já existe entre os clubes no Brasil. Nós temos 12 clubes grandes, alguns com a situação melhor, mas a grande maioria dos clubes têm situações financeiras muito delicadas e esse tipo de medida não é a mais adequada porque pode tornar o futebol brasileiro menos interessante, pode reduzir a competitividade à medida em que vai valorizar e dar vantagem para os clubes que já são ricos e grandes em detrimentos dos menores”, aponta.

Carioca: TJD nega pedidos de Botafogo e Fluminense, mantém partidas e estipula até multa

MSN

O Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-SP) negou os pedidos de Botafogo e Fluminense para jogarem o Campeonato Carioca somente a partir de 1º de julho.

Em decisão publicada nesta quinta-feira à noite, o presidente do órgão, Marcelo Jucá Barros, disse entender os argumentos dos clubes, mas optou por seguir a vontade majoritária, já que os outros 14 times são favoráveis ao retorno do futebol no Rio.

“Os fundamentos jurídicos lançados pelos clubes requerentes são absolutamente razoáveis, mas se postos em uma balança conjuntamente com a soberana vontade da maioria, não podem pesar mais, já que não existe nenhuma ilegalidade na vontade expressada pelos clubes”, escreveu o juiz, na sentença.

Dessa forma, as partidas de Botafogo e Fluminense são mantidas para a próxima segunda-feira. O Alvinegro recebe o Cabofriense, às 17h30, no Engenhão, enquanto o Tricolor encara o Volta Redonda, às 20h, no Maracanã.

Além disso, o TJD estipulou uma multa de R$ 100 mil ao Botafogo, caso o clube não disponibilize o estádio para a partida. A diretoria já havia deixado claro que não jogaria mesmo se a partida fosse mantida e ameaçou até deixar a disputa.

“Lamento pessoalmente não a flexibilização das datas, pois quem mais sofrerá com isso é a competição, caso Fluminense e Botafogo se recusem a entrar em campo não em campo contudo, por outro lado, seria absolutamente leviano entender que a vontade expressa por 14 (quatorze) clubes deve ser posta de lado em razão de outros dois”, sentenciou o juiz.

O Carioca volta a ser disputado após mais de três meses de paralisação. A retomada acontece nesta quinta à noite, com Bangu x Flamengo, no Maracanã. Restam duas rodadas da fase de grupos, semifinais e final da Taça Rio, além da decisão do campeonato.

FPF recua após ensaiar reação a Doria e deixa clubes à espera por treinos

Uol

Quando o governador João Doria anunciou, na quarta-feira, que só liberará os treinamentos em São Paulo a partir do dia 1º de julho, a Federação Paulista de Futebol ensaiou uma resposta enérgica. Em uma nota oficial, a mais dura de todo o processo de negociações pela volta do futebol no estado, a entidade falou em “profissionais impedidos de trabalhar, sem explicação plausível e científica”, e marcou uma reunião com todos os clubes para debater uma reação. No dia seguinte, entretanto, a reunião foi adiada sem nova data e um novo comunicado emitido – a postura foi encarada pela maioria dos clubes como uma mudança de tom, e recebida com surpresa.

Clubes e FPF vem mantendo reuniões há meses, buscando alternativas para uma retomada segura das atividades em meio à pandemia do novo coronavírus. O tom entre cartolas, na semana passada, passou a ser de otimismo, com expectativa de retorno para esta semana, frustrada pela decisão do Governo do Estado.

Essa frustração era palpável na primeira nota publicada pela Federação. Além de agendar a reunião e falar que os profissionais o futebol estavam impedidos de trabalhar sem justificativa apoiada pela ciência, o comunicado falava também em “estranheza” com a decisão.

Enquanto isso, nos bastidores, pessoas ligadas à entidade mantinham contato com os clubes. Dirigentes de diversos participantes da Série A1 do Paulistão afirmaram ao UOL Esporte terem sido contatatos por pessoas da FPF com orientação para que realizassem os testes para covid-19 o quanto antes, visando estarem preparados para caso uma alternativa para antecipar a retomada fosse encontrada – alguns deles chegaram a usar o termo “pressão”.

Os cartolas afirmaram à reportagem que chegaram, inclusive, a debater com funcionários da FPF regras trabalhistas que pudessem dar margem a uma interpretação que permitisse a retomada de treinamentos sem o aval expresso do governador. Dentre os clubes, a temperatura variava entre os que pregavam respeitar a decisão, os que admitiam que equipes treinariam escondidas e os que falavam até em buscar uma liberação junto ao Poder Judiciário.

Polêmicas, protestos e novidades marcam a classificação do Flamengo para semifinal da Taça Rio!

Uol

Após três meses parado, o Campeonato Carioca foi retomado com a partida entre Flamengo e Bangu! O confronto ficou marcado por muitas novidades, desde a chegada dos atletas ao estádio, até o fato de que os gandulas ficaram com a disposição de álcool em gel para higienizar as bolas durante os 90 minutos.

Porém, para quem esperava times sem ritmo de jogo, ou até mesmo com dificuldades para criação e domínio, foi pego de surpresa. Por mais que tenha sido superior durante boa parte do jogo, o Flamengo também viu o Bangu criar e levar perigo para o gol de Diego Alves.

O resultado de três a zero para os donos da casa ficou marcado por gols de Arrascaeta, Bruno Henrique e Pedro Rocha, a ênfase da noite ficou para o garçom Gabigol, que mesmo sem marcar, serviu os companheiros duas, das três, vezes em que o Flamengo balançou as redes.

Outro destaque que recebeu atenção dos torcedores foram duas medidas implementadas justamente para evitar possíveis transmissões da doença. Uma delas foi o túnel de desinfecção instalado nas dependências do Maracanã, onde todos eram obrigados a passar.

Outra foi a possibilidade da realização de cinco substituições, ambos os clubes usufruíram da novidade, melhor para o Flamengo, que colocou Pedro Rocha, autor do último gol, na reta final da partida.

Fora do Maracanã o clima não foi dos melhores. Diversos protestos rondaram a região do Rio de Janeiro. Alguns de cunho político e outros contra a volta do futebol. Porém, a situação se manteve normalizada, sem qualquer tipo de tumulto ou confusão generalizada.

O time de Jorge Jesus volta aos gramados na próxima quarta-feira, 24, quando enfrenta o Boavista, no Maracanã, já o Bangu espera um dia a mais e na quinta-feira, 25 joga contra o Cabofriense.

Flamengo coloca em prática o “velho normal”, loteia metade do campo e não dá chances ao Bangu

Globo Esportes

Em um Maracanã que escancarava o “novo normal” do futebol, o Flamengo manteve a prática do “velho normal” sob o comando de Jorge Jesus. Em um texto para analisar somente o que se viu em campo nos 90 minutos de bola rolando, a melhor definição vem através da imagem de Diego Alves solitário na metade que lhe pertencia naquele latifúndio, enquanto seus companheiros amassavam o Bangu.

Se a atmosfera silenciosa naturalmente jogava contra a intensidade costumeira do atual campeão brasileiro e da Libertadores, o Flamengo encurralava o time de Moça Bonita em ritmo de treino. À rigor, o Bangu teve um lance perigoso em chute de Juan Felipe da entrada da área já no segundo tempo. O resto do jogo foi desenhado a partir da intermediária ofensiva rubro-negra.

Com o campo de atuação reduzido, obviamente faltavam espaços. Era muita gente na entrada da área do Bangu, e o Flamengo trabalhou pacientemente a bola para abrir o campo. De um lado, até chegar a Filipe Luís, para o outro, de pé em pé até Rafinha. E deu certo.

Arrascaeta já tinha aparecido bem de cabeça em duas bolas aéreas quando um cruzamento do lateral-direito desviou na zaga do Bangu e parou nos seus pés. Autor do último gol rubro-negro antes da pandemia, o uruguaio reabriu o marcador na volta do futebol.

Nesta jogada, um detalhe evidencia duas coisas: a supremacia do Flamengo e a aglomeração (palavra muito escutada nos últimos meses) na entrada da área do Bangu. Foi Rodrigo Caio, na intermediária ofensiva e com muito espaço, quem pensou o jogo e encontrou Rafinha aberto.

A volta do intervalo seguiu o mesmo roteiro: o Flamengo em ritmo de treino, sobrando no ataque e com a certeza de que era questão de tempo fazer mais gols. Com Gabriel saindo bastante da área, Everton Ribeiro e Arrascaeta tentavam surgir como surpresas, mas a partir de uma hora de jogo faltou perna.

Nada que Michael não resolvesse. O baixinho entrou junto com Vitinho nos lugares dos meias e deu belo passe para Gabigol exercer seu papel na noite: garçom. O cruzamento para Bruno Henrique foi tão certeiro quanto o lindo passe para Pedro Rocha, que marcou o primeiro gol com a camisa rubro-negra.

Em época de protocolos e novas realidades que assustam o cidadão de modo geral, o Flamengo voltou a jogar depois de mais de três meses passando a ideia de que nada mudou. No time de Jorge Jesus, o normal é seguir como antes.

TV UESB exibirá partida antigas do Vitória da Conquista aos domingos

Diário Esportivo

A partir do próximo dia 28 de junho, um domingo, a TV UESB – Canal 4.1 passará a reprisar na íntegra algumas partidas do Vitória da Conquista no Campeonato Baiano.

A iniciativa servirá para entreter os torcedores enquanto as competições esportivas não retornam por causa da pandemia do novo coronavírus e também marca o início das comemorações dos 15 anos da emissora. No dia da estreia do “Futebol Retrô”, a TV UESB mostrará a íntegra de Vitória da Conquista x Serrano, jogo válido pela 4ª rodada do Campeonato Baiano de 2014.

O “Clássico do Café” do Baianão 2014, terá narração de Igor Novaes e os comentários de Tiago Henrique. Ao longo das próximas semanas, a TV UESB vai informar quais jogos levará ao ar, sempre aos domingos à tarde.

Audiência do Campeonato Espanhol na TV sobe 48% na 1ª semana da retorno

Uol

Os números de espectadores internacionais do futebol espanhol aumentaram mais de 48% desde que a temporada voltou após interrupção de três meses devido à pandemia de covid-19, informou hoje a entidade organizadora La Liga.

Citando análise da Nielsen Sports sobre a primeira rodada de jogos desde que a temporada recomeçou em 11 de junho sem torcedores, a La Liga disse que seu maior salto de audiência ocorreu na África, onde teve um aumento de 73% nos espectadores.

A audiência aumentou 72% na Ásia, onde a La Liga mantém um acordo de livre transmissão com o Facebook no subcontinente indiano desde 2018.

Na Europa, o público cresceu mais de 56%, com o maior aumento (130%) vindo da Bélgica, que cancelou sua temporada doméstica devido à pandemia.

A partida mais popular foi a vitória do Real Madrid por 3 a 1 sobre o Eibar, disse um porta-voz da liga, seguida pela goleada do Barcelona por 4 a 0 sobre o Real Mallorca e o triunfo do Sevilha por 2 z 0 sobre o rival Betis (primeiro jogo desde que a temporada recomeçou).

“Sentimos o privilégio de poder entrar em campo novamente e estamos muito felizes por ter a oportunidade de oferecer entretenimento esportivo ao vivo em um momento em que há poucos eventos como esse no mundo”, disse o presidente da La Liga, Javier Tebas.

“Esperamos que outras competições em outras regiões também comecem em breve, porque é importante para os torcedores e a indústria.”.

Oscar Mayo, diretor de marketing e desenvolvimento internacional da liga, acrescentou: “Estamos muito satisfeitos com o crescimento exponencial dos números para o público internacional da La Liga.”.

A Espanha é um dos países mais afetados do mundo, com mais de 27 mil mortes devido ao novo coronavírus e 245 mil infecções.

Futebol feminino carece de valorização, mas luta por igualdade não pode se dar com argumentos “rasos”

MSN

O mundo, historicamente, tratou de forma muito diferente o futebol masculino em relação ao feminino. Aos homens foi dado um maior valor, uma maior distinção, um maior destaque. Nos últimos tempos, tentativas de colocar as mulheres em um patamar mais elevado surtiram efeito, e o abismo, embora ainda gigantesco, até diminuiu.

Em meio a discussões para tentar provar a existência até mesmo de preconceito, alguns argumentos são irrefutáveis. Glamour, qualidade técnica, apelo popular, salários. Há diferenças absurdas, ditadas, obviamente, por questões comerciais. A realidade mundial impõe esta questão, e cabe à população lutar contra isso, apoiada, é claro, por entidades esportivas fortes, uma mídia participativa e clubes engajados.

O que não se pode é extrapolar no tratamento do tema. Recentemente, a Fifa fez uma publicação exaltando Miroslav Klose e o tratando como o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 16 gols. Se sabe, por exemplo, que a brasileira Marta balançou a rede em 17 oportunidades na disputa feminina. Na união das duas competições, ela estaria à frente do alemão, e o tema gerou até debate entre comentaristas do canal SporTV Raphael Rezende e Ana Thaís Matos.

Gente, não é para tanto. Defender um ideal e um posicionamento não significa enxergar preconceito em tudo que é ação ou manifestação, seja de quem for. Claro que a luta pela valorização do futebol feminino precisa ser cada vez mais intensa, mas baseada em fatos, em realidades, e não em uma simples publicação em rede social. Quando se leva para esse lado, a própria discussão tende a perder espaço, tende a ficar rasa. É preciso cuidar para que os ideais de igualdade no esporte e reconhecimento da força das mulheres não se dê a qualquer custo, mas sim através de fatos inexoráveis e muito mais importantes que uma simples exaltação a uma personagem masculino.

Bolsonaro assina MP que permite atletas terem contrato de um mês durante pandemia

Isto É

O governo federal decidiu assinar a medida provisória que permite a flexibilização dos contratos dos jogadores de futebol com os clubes até 31 de dezembro. A assinatura do presidente da República Jair Bolsonaro faz com que um trecho da Lei Pelé sofra alteração e as equipes possam firmar contratos com os atletas de apenas 30 dias – a lei determina que o vínculo mínimo seja de 90 dias.

A ideia do governo é ajudar os clubes na luta contra a crise em razão do novo coronavírus. Na última quarta-feira, a Câmara dos Deputados já havia aprovado a proposta que paralisa, no decorrer da pandemia de covid-19, os pagamentos das parcelas devidas pelos times ao Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

Em relação à MP que flexibiliza o contrato dos jogadores, o documento seria assinado durante a cerimônia de posse do novo ministro das Comunicações, Fábio Faria, na quarta-feira. Mas como logo em seguida havia a votação sobre o Profut, decidiram postergar a decisão.

A cerimônia de posse de Fábio Faria foi prestigiada pelo presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e pelos jogadores Felipe Melo, do Palmeiras, e Alexandre Pato, do São Paulo. Eles foram cumprimentados nominalmente por Bolsonaro em sua fala. O chefe do Executivo defendeu que as torcidas se unam pela “democracia e liberdade do País”. Desde o início de junho, integrantes de torcidas organizadas têm feito atos contra o governo.

DIREITOS DE TRANSMISSÃO – A MP também mexe com as negociações dos direitos de transmissão das partidas. A partir de agora, os clubes mandantes têm o direito de arena sobre a partida. Isso significa que um clube pode negociar com uma emissora de TV para que seus jogos como mandantes sejam transmitidos, mesmo que o adversário tenha acerto com uma outra emissora.

Por exemplo: os jogos do Flamengo no Campeonato Carioca não estão passando na TV porque o time rubro-negro não entrou em acordo com a Rede Globo. Se acertar, por exemplo, com a Turner, os duelos como mandante poderão passar nos canais do Esporte Interativo. Atualmente, uma emissora só pode transmitir uma partida se tiver acordo com os dois clubes que vão jogar.

Conmebol e Colômbia reclamam de relatório da Fifa sobre Copa feminina de 2023

Uol

O principal dirigente de futebol da Colômbia e o chefe da Conmebol escreveram à Fifa reclamando de “conclusões errôneas e discriminatórias” na avaliação da candidatura do país para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023.

A proposta colombiana de levar o torneio para a América do Sul pela primeira vez recebeu a pontuação mais baixa em uma avaliação de três candidaturas pela entidade que controla o futebol mundial antes da votação na próxima sexta-feira.

A proposta conjunta de Austrália e Nova Zelândia foi classificada em 4,1 de 5 pontos no relatório, o Japão recebeu 3,9 pontos, mas a Colômbia apenas 2,8.

Uma carta aos membros do conselho dirigente da Fifa assinada pelo presidente da Conembol, Alejandro Domínguez, e por Ramón Jesurún, que chefia a Federação Colombiana de Futebol (CFC), disse que o relatório carece de fontes confiáveis para apoiar suas conclusões.

“No documento, o conselho da Fifa tira algumas conclusões errôneas e discriminatórias sobre três aspectos de importância vital para a pontuação de nossa candidatura”, afirma a carta.

Além de reclamações sobre a precisão em relação a serviços médicos, doping e aspectos comerciais da candidatura, a carta fez críticas a duas referências ao terrorismo.

“O ‘terrorismo’ aludido pelo relatório técnico não existe há muito tempo”, diz a carta. “A Colômbia hoje vive em um momento de estabilidade e paz social, fruto dos esforços e maturidade de seu povo.”.









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