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:: ‘Campeonato Brasileiro’

Diretoria afirma que retorno de Loco Abreu não é prioridade no Botafogo

Futnet

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Um dos mais recentes ídolos da torcida do Botafogo, o atacante uruguaio Sebástian ‘Loco’ Abreu demonstrou nos últimos dias o seu enorme interesse em voltar a defender a camisa do Glorioso, clube que deixou em julho de 2012. A volta do atleta, porém, não é tratada como prioridade pela nova diretoria do clube, que prefere manter a cautela com essa decisão.

“O Botafogo ficou sensibilizado pela determinação que ele está dizendo que quer voltar. No momento certo, vamos definir o que será feito”, declarou o dirigente Antonio Carlos Mantuano, vice-presidente de futebol do clube, nesta quarta-feira, em contato com o portal ‘Globoesporte.com’.

Neste ano, Loco Abreu defendeu a equipe do Rosário Central na disputa do Campeonato Argentino. Porém, ele não deverá ficar no clube hermano, já que não agradou a todos nesta passagem. Vale lembrar que ele ainda tem contrato com o Nacional de Montevidéu, mas certamente não será utilizado pelos uruguaios, o que facilitaria uma negociação entre as duas partes com o Botafogo.

Com cofres vazios, Aidar diz que não tem como pagar grandes estrelas

Globo Esportes

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Além de explicar o fato de pagar comissão à sua namorada e da briga política com o ex-presidente Juvenal Juvêncio, Carlos Miguel Aidar também falou sobre futebol e sobre os planos de reforçar a equipe que voltará a disputar a Taça Libertadores da América em 2015. Para começar, o cartola deixou claro que não há dinheiro para fazer grandes contratações.

– O São Paulo está pobre de dinheiro. Sozinhos não temos condições de pagar os salários de atletas como Conca, Dudu, Diego e outros que estão sendo comentados. O que o Conca ganha ninguém no Brasil pode pagar. Não adianta a Unimed ter saído. Eu não consigo fazer uma parceria com a Unimed São Paulo. As empresas são independentes – afirmou o mandatário.

O dirigente também comentou sobre o volante Thiago Mendes, do Goiás, que é alvo de disputa entre Palmeiras e São Paulo.

– É um grande jogador e nos interessa. Mas acontece que existem outros interessados. É preciso deixar claro que não estamos disputando nada com o Palmeiras. Contratamos o Alan Kardec porque não houve acordo do Palmeiras com o jogador. Simples. Palmeiras e São Paulo vão se enfrentar em campo, somente isso – ressaltou.

Aidar também se lembrou de jogadores que ficaram e outros que logo estarão à disposição da comissão técnica.

– Nosso primeiro grande reforço foi a renovação de contrato do Rogério. Nós temos hoje o Souza em definitivo, numa operação ocorrida no início de novembro. Renovamos o Hudson por três anos, temos o Breno voltando agora. Tenho certeza de que 2015 será um grande ano para o São Paulo – finalizou.

Perto do Palmeiras, Zé Roberto voltou às origens e foi ‘garçom’ em 2014

Lancenet

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Próximo de um acerto, Zé Roberto negocia com o Palmeiras com o fôlego renovado. Aos 40 anos de idade, mas ainda mostrando-se em forma, o jogador voltou, em 2014, às origens do seu início de carreira, na Portuguesa, e se destacou no Grêmio atuando como lateral-esquerdo.

Luiz Felipe Scolari, quando voltou ao Tricolor gaúcho, foi quem decidiu utilizar Zé na esquerda. O camisa 10 disputou 31 partidas no Campeonato Brasileiro e terminou como o melhor jogador da posição de acordo com a Bola de Prata. Ele tornou-se o atleta mais velho a receber o prêmio.

Hoje de volta aos tempos de lateral da Lusa, ele se destacou também na meia, e em seu currículo possui passagens por Real Madrid, Flamengo, Al-Gharafa (QAT) e Santos, além de uma carreira destacada na Alemanha. Foram 12 temporadas no país, entre Bayer Leverkusen, Bayern de Munique e Hamburgo.

Em toda a carreira, conquistou 19 títulos. Entre eles, estão um Espanhol, um Alemão, uma Liga dos Campeões e duas Copa das Confederações pela Seleção Brasileira. No Grêmio entre 2012 e 2014, o jogador não obteve taças e tenta encerrar o jejum como parte do reformulado Verdão, que já tem como reforços certos o zagueiro Vitor Hugo, o volante Amaral, o lateral-direito Lucas e o técnico Oswaldo de Oliveira.

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Corinthians deve contratar mais um “craque de DVD” para 2015

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Analisado via DVD, Steven Mendoza agrada a diretoria cotinthiana e é aguardado para assinar por uma temporada com o Timão.

Steven é um meia-atacante de muita velocidade, canhoto, jovem e de muita qualidade. Passou pelas seleções de base da Colômbia nas categorias sub-17 e sub-20.

Apesar da qualidade, Steven Mendoza também é conhecido por sua fama extracampo. Muitos jornalistas colombianos dizem que sua não continuidade na seleção e nos grandes clubes que passou, como América e Deportivo Cali, se deve a falta de maturidade do atleta. Porém, o jogador ainda é tratado como uma grande promessa.

Damião pode ser trocado por Dagoberto e Pedro Ken

Gazeta Esportiva

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As negociações entre Santos, Doyen Sports e Cruzeiro envolvendo Leandro Damião estão avançadas, mas ganharam um novo capítulo com a definição do novo presidente do Peixe. Representantes do grupo de investimentos maltês, que tirou o centroavante para coloca-lo no clube de Vila Belmiro, estão em Belo Horizonte em busca de um acerto com a Raposa. Porém, Modesto Roma Jr, eleito no último sábado, apesar de enxergar o empréstimo como bom para todas as partes, não pretende sair de mãos abanando.

A primeira controvérsia ficou explícita na segunda-feira, quando Modesto não se mostrou favorável a ideia inicial de aceitar o negócio com a condição de que o Santos arque com metade do salário do jogador, que se aproxima dos R$ 700 mil mensais. “Eu gostaria de pagar só 10% do salário do Messi, vamos ver se o Barcelona aceita”, ironizou o novo mandatário, na ocasião.

Portanto, buscando alternativas para o sucesso do negócio, o Santos deve solicitar o envolvimento de dois jogadores do elenco mineiro: Dagoberto e Pedro Ken.

O primeiro não se contenta com a posição de reserva e já deixou claro que prefere sair a ter de ficar mais uma temporada como suplente, mesmo que no atual campeão abrasileiro. Já o segundo foi emprestado para Avaí, Vitória e Vasco nos últimos três anos e não deve ser problema.

A Raposa quer agilizar as negociações porque teve de devolver Marcelo Moreno ao Grêmio e perdeu Borges. Além disso, apesar do interesse, o salário de Fred assustou a diretoria mineira, por isso as tratativas com Leandro Damião são encaradas como prioridade.

Juiz profissional: alto custo, lei, risco de “chinelinho” e taxas são obstáculos

Por Raphael Zarko e Vicente Seda
Rio de Janeiro

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Bico ou profissão? O dilema da arbitragem brasileira coloca na mesma balança árbitros que ganham mais de R$ 100 mil em um Campeonato Brasileiro, outros que sequer entram no sorteio para as competições nacionais e uma realidade de atrasos e pagamentos abaixo de um salário mínimo. O tema é complexo e a discussão, antiga. Desde outubro de 2013, por decreto da presidente Dilma Rousseff, há um reconhecimento da profissão, mas, na prática, pouco mudou. O presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (Conaf), Sérgio Corrêa, não vê chance de profissionalização sem a inclusão da tecnologia e avalia risco de surgimento dos “chinelinhos do apito” com salários para árbitros e assistentes. O presidente da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) questiona o vínculo dos juízes com as comissões de arbitragem e Jorge Rabello, representante do Rio de Janeiro, fala em “utopia de profissionalização” enquanto a Lei Pelé não for aplicada às Consolidações das Leis Trabalhistas (CLT).

A reportagem que debate a profissionalização é mais uma da série de reportagens do GloboEsporte.com sobre a arbitragem brasileira. No primeiro dia, as altas notas das atuações dos árbitros na Série A do Brasileiro em relatório produzido anualmente pela Comissão Nacional dos Árbitros de Futebol (Conaf) foram o assunto. No segundo dia, o tema foi a CBF ter ligado o alerta contra a manipulação de jogos no Brasil nove anos após o escândalo conhecido como “Máfia do Apito”, em que jogos foram anulados devido à venda de resultados pelo ex-árbitro Edílson Pereira de Carvalho, em 2005. Depois, a eficiência na marcação de impedimentos e os erros dos bandeirinhas foi outro tema abordado.

Um dos chavões mais antigos quando se debate a qualidade dos árbitros brasileiros, a cobrança pela profissionalização dos juízes e bandeirinhas está na boca de treinadores, jogadores, jornalistas e torcedores a cada rodada e cada erro nas partidas. A realidade, no entanto, mostra que há parcela representativa da classe que vive sim dos vencimentos do futebol. Em média, um juiz do quadro da Fifa ou da CBF apita de 15 a 20 jogos por ano no Brasileiro da Série A. A taxa nesses jogos pode chegar a quase R$ 4 mil por partida (veja o quadro com a comparação das taxas da arbitragem abaixo) e há finais de campeonato – o Carioca é um exemplo – que pagam até R$ 8 mil ao juiz.

O presidente da Associação Nacional dos Árbitros, Marco Antônio Martins, lembra que a maioria dos árbitros e assistentes que trabalham com futebol são professores de instituições públicas ou funcionários do estado, o que lhes garante, inclusive por lei federal, o direito a se ausentar do ofício para atuar nas partidas sem prejuízo ao seu ofício convencional.

– Se o cara tem que apitar quarta e ele é obrigado a sair um dia antes, sai na terça e volta na quinta. Como vai ter emprego fixo? Isso é uma falácia. O que mais temos hoje é um grande número de árbitros que são funcionários públicos e que se beneficiam justamente da lei federal. Ela (a lei) os protege para a saída deles para apitar jogo. Então, ele é personal trainer, é professor de educação física em colégio do estado, militar, da marinha, do exército – enumera Martins. :: LEIA MAIS »

Vasco quer treinador com perfil de Marquinhos Santos

A Tarde

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A diretoria do Vasco recebeu com surpresa a desistência do técnico Marquinhos Santos, que não poderá assumir o clube carioca em 2015 por problemas de saúde na família. No entanto, os dirigentes já se movimentam para buscar um novo treinador.

O gerente do Vasco, Paulo Angioni, afirmou nesta sexta-feira que a desistência “pegou de surpresa toda a diretoria” e prosseguiu: “Ontem (quinta) ele ligou informando que não podia mais vir porque tinha detectado um problema de saúde na família. O Eurico (Miranda) entendeu, não ficou feliz, obviamente, mas entendeu”, disse, referindo-se ao presidente do clube.

Os nomes dos candidatos ao posto não foram revelados, contudo é mais provável que seja um técnico jovem e com salário em um patamar menor do que o recebido por técnicos tradicionais, com um perfil parecido com o de Marquinhos Santos. “Vai precisar se adequar à situação financeira e de filosofia do Vasco”, disse Paulo Angioni.

O dirigente contou que não há prazo para definir o novo treinador, mas o clube tem pressa quanto a isso em razão da formação do novo elenco. “A contratação de jogadores passa muito pela definição da parte técnica, que participa dessas escolhas”.

Aprovado por Luxa, Barrios esbarra em alto salário para jogar no Flamengo

Globo Esportes

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O Flamengo decidiu estabelecer nesta temporada uma política salarial mais cautelosa. É justamente essa situação que complica a negociação para levar o atacante paraguaio Lucas Barrios ao clube, que pagaria US$ 180 mil (R$ 474 mil) por mês ao jogador, que pertence ao Spartak Moscou, da Rússia, e passou os últimos quatro meses emprestado ao Montpellier, da França.

Representantes do jogador aguardam um contato do Flamengo nesta sexta-feira por uma posição diante da negociação. Barrios seria emprestado por um ano, com o clube carioca pagando até US$ 500 mil (R$ 1,3 milhão), com valor dos direitos fixados em 1,5 milhão de euros (R$ 4,8 milhões).

Aos 30 anos, Barrios, que é argentino de nascimento, estava emprestado ao Montpellier até 31 de maio de 2015, mas já deixou o clube francês. Lá, disputou 12 jogos, sendo 11 como titular, marcando apenas um gol. Não defende a seleção do Paraguai desde 2012.

O técnico Vanderlei Luxemburgo gostou do nome de Barrios e acenou positivamente para a negociação. O clube analisa a questão do custo benefício antes de formular a proposta definitiva para dar sequência à negociação.

Flu repete fim de 2013 com planejamento paralisado e tenta solução rápida

Uol

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Após um fim de ano tumultuado em 2013, o Fluminense encara situação semelhante por outros motivos nesta temporada. Se há 12 meses o problema era a indefinição sobre a permanência na Série A, hoje é a saída da parceira Unimed Rio que impede o Tricolor de traçar seu planejamento para 2015 com maiores detalhes.

Tudo porque o Fluminense ainda não sabe exatamente com qual receita contará, nem quais jogadores poderá utilizar. Até aqui, apenas o atacante Rafael Sóbis manifestou – através de seu empresário – a vontade de romper seu contrato, mas existe o temor de que alguns atletas tomem o mesmo caminho em breve. Fred, Conca e Wagner, por exemplo, são especulados em clubes como Palmeiras e São Paulo, embora seus representantes neguem contatos.

O Fluminense se reapresenta para a temporada 2015 no dia 7 de janeiro, quando iniciará exames médicos e testes físicos em seu elenco. No dia 9 de janeiro, o Tricolor embarca para a disputa da Florida Cup nos Estados Unidos, da qual retorna no dia 18 para a etapa final de sua preparação nas Laranjeiras. A estreia no Campeonato Carioca será no final de semana do dia 1º de fevereiro.

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Renê Simões confirma que gostaria de treinar o Glorioso

Futnet

Índice

Um dos nomes especulados como possível técnico do Botafogo para 2015, Renê Simões garantiu que gostaria de comandar o clube mesmo estando na Série B do Campeonato Brasileiro. O veterano é cogitado ao lado de nomes como Argel Fucks, Joel Santana, Gilson Kleina e Guto Ferreira, mas ainda não há definição da diretoria sobre o cargo.

“Quem não quer dirigir o Botafogo? Time de Didi, Zagallo, Garrincha, quem não quer dirigir um clube desses? O que eu quero é estar nas quatro linhas em 2015. Não sei de nada ainda, mas quero voltar a ser técnico à beira do campo, em 2015. Eu me considero um treinador melhor hoje”, contou o treinador ao jornal ‘Extra’.

Embora tenha feito a maior parte da carreira como técnico, Renê passou recentemente pelo São Paulo e pelo Vasco como executivo de futebol. Ele tem currículo extenso desde que começou treinando o Serrano/RJ em 1978: entre os principais trabalhos, já esteve em seleções de base do Brasil e do Irã, nas seleções adultas de Jamaica, Trinidad Tobago, Honduras, Costa Rica e a feminina do Brasil, em clubes dos Emirados Árabes, do Qatar e de Portugal, além de Fluminense, Olaria, Portuguesa, Bahia, Ponte Preta, Vitória, Santa Cruz, Coritiba, Ceará e Atlético Goianiense.









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