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Estádio para 100 mil espectadores começa a ser construído em Cantão, na China

Gazeta Esportiva

O Guangzhou Evergrande, campeão chinês de futebol, fixou nesta quinta-feira a primeira pedra de seu futuro estádio em Cantão, Guangzhou, que poderá receber 100.000 espectadores, com um custo estimado de 12.000 milhões de yuans (cerca de 1,7 bilhão de dólares).

Este estádio, que será um dos maiores do mundo, poderá ser concluído antes do final de 2022, de acordo com a agência de imprensa nacional Xinhua, que anunciou o lançamento da construção. A arena será uma das atrações arquitetônicas da cidade do sul da China e terá a aparência de uma flor de lótus.

O objetivo do Guangzhou Evergrande, vencedor de oito dos últimos nove campeonatos nacionais, é aumentar seu público, em um país onde o futebol está em plena expansão: atualmente o número médio de espectadores em casa, de cada partida da equipe, comandada pelo italiano Fabio Cannavaro, gira em torno de 50.000.

O maior estádio do mundo, o Estádio Primeiro de Maio, com capacidade para 150.000 espectadores, está localizado em Pyongyang, na Coreia do Norte. Na Europa, o Camp Nou, em Barcelona, é o de maior capacidade, com mais de 99.000 lugares.

Clubes decidem nesta sexta a venda de direitos internacionais de TV, mas também de streaming e streaming betting rights; entenda

MSN

É muito possível que os clubes brasileiros das séries A e B cheguem nesta sexta (17) a um acordo sobre a comercialização dos direitos internacionais de transmissão para TV das edições do Campeonato Brasileiro entre 2020 e 2023. .

Às 15h, uma teleconferência com todos os clubes da Série A, exceto o Athletico Paranaense, e todos os da Série B deve definir a questão em torno de um acordo de cerca de US$ 40 milhões pelo período. Mas há outros dois pontos a serem analisados e que podem gerar um adicional de receita para os caixas das agremiações.

Anteriormente atrelados aos direitos de TV, os direitos de streaming e os streaming betting rights (streaming para sites de apostas), também estão na vitrine e com preços individuais.

O ESPN.com.br conversou com diversas pessoas ligadas à decisão desta sexta e apurou que, a não ser que haja uma mudança no que já foi tratado, haverá valores diferentes para cada uma das modalidades, não vinculados ao valor dos direitos de TV.

Em outras palavras, o montante de US$ 10 milhões anuais não abarca as duas propriedades de streaming, que serão negociadas por valores adicionais e podem ou não ir para a mesma empresa que adquirir os direitos de televisão.

Pode ser que a reunião termine com três contratos diferentes. Pode ser que um empresa adquira mais de um. Entre as propostas a serem analisadas, existem algumas por mais de uma propriedade.

Embora estejam perto de um consenso, os clubes ainda não bateram martelo nem quanto à proposta de TV, nem a como ela será partilhada entre as diferentes séries.

A divisão 70% para a Série A, 25% para a B e 5% para a C parece ser a de mais força. Mas ainda sugestões que não contemplam a C, na proporção 70-30 entre A e B, e há propostas de fatia ainda maior para a Série A.

Globo avalia exibir final de 1994 após sucesso de 2002 no domingo

Uol

A Globo avalia reprisar a final da Copa do Mundo de 1994, entre Brasil e Itália, no próximo dia 26 deste mês de abril, no jogo que deu o tetracampeonato mundial para o futebol brasileiro. O anúncio deverá ser feito após o fim da reexibição da partida entre Brasil e Argentina, pela Copa das Confederações de 2005, no próximo domingo (19)

Segundo apurou o UOL Esporte, a emissora carioca decidiu retirar a votação popular para a partida, de olho na audiência que a partida pode representar. Houve uma grande celebração interna pela audiência da reprise do penta, que fechou com 21 pontos de Ibope em São Paulo.

O índice foi maior, por exemplo, do que alguns jogos do Campeonato Paulista deste ano e fez a Globo crescer em audiência em relação ao que vinha sendo alcançado nas últimas semanas antes do início das reprises. Apenas algumas questões burocráticas estão sendo finalizadas para o anúncio oficial ser feito.

A Globo tem fechado essas exibições em parceria com a FIfa, que libera mediante agradecimento nas transmissões e a exibição de vídeos com campanhas contra o Covid-19 com a imagem de jogadores. Os acordos também valem para o SporTV, que nesta semana, por exemplo, exibe a campanha do Brasil na Copa de 70.

A emissora carioca projeta exibir o tetra no mesmo esquema que fez no último domingo, no penta, e fará na Copa das Confederações no próximo fim de semana: pré e pós jogo com convidados falando da partida e narração original de Galvão Bueno, exibida na íntegra.

O tetracampeonato da seleção brasileira foi conquistado após 24 anos de jejum. Naquele ano, o protagonismo foi de Romário e o Brasil venceu a Copa do Mundo mesmo sendo massivamente criticado por parte dos torcedores e da imprensa, que não gostavam do estilo rústico e pouco talentoso do time.

A transmissão da final entre Brasil e Itália também ficou marcada por conta do clássico grito de “É tetra!” de Galvão Bueno quando Roberto Baggio perdeu o pênalti decisivo que deu o título para a seleção. O momento, com o advento da internet, virou ao longo dos tempos um grande meme nas redes sociais.

Mudança no ministério da Saúde pode mexer com o futebol brasileiro

Terra

Dirigentes dos clubes brasileiros acompanharam de perto da demissão do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e a nomeação do seu substituto Nelson Teich, que a partir de agora comandará a pasta em mais comunhão com o presidente Jair Bolsonaro. Representantes dos clubes têm interesse nessa movimentação e no que ela pode impactar na economia dos clubes. A mudança no ministério pode ajudar a antecipar o retorno do futebol no País para alívio dos cartolas, que estão preocupados com a situação financeira das equipes.

O Estado conversou com dirigentes e pessoas ligadas a times da Série A e B do Campeonato Brasileiro e eles defendem a ideia de que a partir da segunda quinzena de maio, já será possível a volta dos jogos com portões fechados. A CBF já disse, informalmente, que o ex-ministro havia aconselhado a não ter nenhuma atividade até junho, e prometeu seguir as orientações do titular da pasta.

“Entendemos o posicionamento do ministro e estamos preocupados com a saúde dos atletas e dos torcedores, mas acredito que no meio de maio já será possível ter jogos, pelo menos com portões fechados”, disse um dirigente de clube ao Estado. “A realidade é que se ficarmos mais tempo parados, podemos entrar em uma situação insustentável financeiramente”, completou o mesmo cartola, que fez o desabafo antes da demissão de Mandetta, ocorrida na tarde de quinta-feira.

Uma outra fonte ouvida pelo Estado acredita que, independentemente de quem for o ministro da saúde, os clubes de futebol e a CBF precisam se mobilizar e conversar com o Governo. “Há clubes que vão quebrar se eles ficarem tanto tempo parados. Se os jogos voltassem amanhã, ia ter time já com problemas para pagar salários até o fim do ano. Imagine ficar mais dois meses sem jogar, sem mostrar seu patrocínio? É complicado”, disse o dirigente, em tom de desabafo.

A visão dos dirigentes de futebol de modo geral é que o novo ministro Nelson Teich deva chegar com ideias mais próximas do que pensa o presidente Bolsonaro, que é contrário ao isolamento total, como vinha sendo pedido por Mandeta e pela comunidade médica. A reportagem questionou alguns dirigentes se faria tanta diferença os jogos voltarem em maio ou junho. “Faz e muita (diferença). Uma ou duas semanas já conta muito para gente. E quando fala de voltar em junho, questiono: ‘que dia em junho?’ Uma coisa é voltar no dia 1º e outra é no dia 30”, explicou. “Mas é importante deixar claro que não somos contra o isolamento e a proteção das pessoas. Tanto que nossa ideia é voltar com portões fechados”, ponderou.

Os clubes têm se reunido com suas respectivas federações Estaduais para decidir o que vai acontecer com os campeonatos locais. Na quarta-feira, a Federação Paulista comunicou que, após reunião com os 16 times participantes da A1, que o Paulistão voltará a ser realizado assim que tiver garantias médicas. Nenhuma data foi marcada ainda.

O presidente Bolsonaro vem acenando com a possibilidade de retomada produtiva de alguns setores da sociedade. O Estado publicou recentemente que o futebol dá emprego direta e indiretamente para mais de 156 mil pessoas, hoje todas em casa sem atividade. A troca de ministro pode abrir brecha para que o futebol seja retomado. Não há notícias de que jogadores brasileiros tenham contraído a covid-19. Os torneios foram paralisados na metade de março. Os atletas estão em férias até o fim deste mês.

De Obi Mikel a Gregore, parada do futebol causa “efeito dominó” e freia negócios

Globo Esportes

A parada no futebol mundial reverbera com uma série de desafios para o mercado do esporte. A um mês do final das competições europeias, as negociações começariam a tomar forma com milhões de euros em movimentação. Mas a pandemia de coronavírus colocou diversos clubes em compasso de espera e freou as negociações por jogadores, com reflexos também para os clubes brasileiros.

Os impactos nas receitas dos clubes são inevitáveis. Patrocínios param de entrar, cotas de competições desaparecem, sem jogos não há bilheterias… O fluxo de caixa acaba afetado. As receitas extraordinárias, como são classificadas as vendas de atletas no balanço dos clubes, seriam fundamentais nesse momento, mas o mercado todo está parado.

O empresário Vinicius Prates, com clientes como Jair, do Atlético-MG, e Leandro Damião, atualmente no Japão, vê uma situação difícil especialmente em clubes que não cumprem os seus orçamentos. Em entrevista ao GloboEsporte.com, ele diz que o mercado do futebol está congelado e manifesta preocupação com o futuro.

Os exemplos saltam aos olhos. O atacante Pepê, do Grêmio, por exemplo, é alvo de diversos clubes da Europa. Entre eles o Bayern de Munique, com o qual o estafe do atleta iria se encontrar durante o mês de abril. Encontro, claro, cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus. :: LEIA MAIS »

Sem certeza do fim da Libertadores, Fifa deve adiar Mundial de Clubes-2020

Uol

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a Fifa já adiou o primeiro Mundial de Clubes que organizaria com 24 participantes, que seria em 2021 na China, e deve ser obrigada também a postergar a última edição que pretende fazer do torneio no formato atual, com sete times e que está marcado para dezembro de 2020, no Qatar.

Não há garantia das confederações que seus torneios continentais serão concluídos em 2020, o que inviabilizaria a realização do Mundial em dezembro já que não haveria clubes classificados. O problema é o mesmo em cada continente: fronteiras fechadas que inviabilizam o deslocamento dos clubes..

A ideia da Fifa, hoje, é adiar para dezembro 2021 o Mundial com sete participantes, mantendo o Qatar como sede porque o evento será teste para a Copa do Mundo de 2022. A Fifa não pode simplesmente cancelar essa edição em 2020 porque há um contrato assinado de patrocínio exclusivo com o grupo chinês Alibaba, de venda online. O campeonato terá que ocorrer, independentemente de quando será.

Sem pagar Flamengo e São Paulo, Adidas consegue ‘socorro’ de mais de R$ 17 bilhões na Alemanha

MSN

Para amenizar o impacto financeiro causado pela pandemia do novo coronavírus, a Adidas conseguiu a aprovação de um empréstimo sindicalizado de 3 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões na cotação atual), com apoio do governo alemão, para mitigar o efeito da quarentena em seus negócios.

De acordo com a Reuters, foi firmado um compromisso de empréstimo de 2,4 bilhões de euros (R$ 13,67 bilhões) com o banco de desenvolvimento estatal alemão (KfW) e outro de 600 milhões de euros (R$ 3,42 bilhões) com um consórcio formado por UniCredit, Bank of America, Citibank, Deutsche Bank, HSBC, Mizuho Bank e Standard Chartered Bank.

Uma das condições do empréstimo sindicalizado é que a Adidas suspenda o pagamento de dividendos pela duração do empréstimo. A empresa de material esportivo já tomou medidas nesse sentindo e informou por meio de um comunicado que seu Conselho Executivo interrompeu a recompra de ações da empresa e decidiu renunciar ao seu bônus de curto e longo prazo pelo ano de 2020.

No Brasil, Flamengo e São Paulo sentiram o reflexo da crise na Adidas. Responsável pelos uniformes das duas equipes, a empresa alemã ainda não fez os pagamentos previstos para o último período.

A diretoria busca uma solução amigável, mas entende que a pandemia do novo coronavírus não é justificativa para o bloqueio da parcela, uma vez que ela é referente aos primeiros meses do ano e inclui bônus sobre conquistas já passadas, como Supercopa do Brasil e Recopa Sul-Americana.

O acordo com a Adidas celebrado no início do primeiro mandato de Eduardo Bandeira de Mello prevê reajustes anuais. O acordo chega a cerca de R$ 40 milhões por temporada, entre um valor fixo, royalties, descontos de materiais, bônus por metas e luvas.

CBF só autorizará retomada das competições com aval das autoridades de Saúde

Bahia Notícias

A bola só vai voltar a rolar no Brasil quando a situação da pandemia do novo coronavírus for solucionada e com o aval das autoridades públicas de Saúde para a retomada das competições. A informação foi revelada nesta quinta-feira (16) por Ednaldo Rodrigues, vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Temos reuniões diárias por videoconferência com o presidente Rogério Caboclo, com Walter Feldman [secretário geral], Manoel Flores [diretor de competições], Luiz Felipe Santoro [diretor jurídico] e outros membros da CBF. Nós da CBF temos todos os planos possíveis e todas as diretrizes. A gente espera fazer o Campeonato Brasileiro preservando as 38 datas, sem especular quando irá começar. Só vamos retomar as competições quando acabar essas restrições, lógico que com o aval das autoridades públicas de Saúde. Assim que isso acontecer, a CBF vai anunciar o plano e colocará todo o protocolo em cada competição”, disse o dirigente, em entrevista ao Bahia Notícias.

Ednaldo Rodrigues ainda revelou que uma comissão de médicos da CBF foi montada para tratar da situação diretamente com o Ministério da Saúde.

“Existe uma comissão de médicos da CBF sob o comando de dr. Jorge Pagura em contato direto com Ministério da Saúde. Relatórios são produzidos diariamente e estamos atentos a tudo”, destacou.

O dirigente ainda alertou para especulações infundadas, que têm sido reproduzidas nas redes sociais. “Existe muita informação falsa e especulações. O que não tiver no site da CBF ou não for entrevista de algum dirigente da CBF, não passam de meras especulações.

As Federações estaduais tem sido informadas dos passos da CBF, segundo Ednaldo. “A comunicação com as Federações tem sido diária. A gente tem informado tudo”.

Por fim, Ednaldo garantiu que a prioridade é preservar vidas e lutar contra o coronavírus.

“O principal neste momento não é o futebol. O principal é o combate ao coronavírus e salvar vidas. No dia seguinte quando as restrições forem encerradas com segurança, a CBF irá soltar seu protocolo de ações”.

Federação alerta para ‘ameaça existencial’ ao futebol feminino

Globo Esportes

Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro) demonstrou preocupação com o impacto da pandemia de coronavírus no futebol feminino. Em documento publicado nesta quinta-feira, a entidade coloca que o Covid-19 atingirá com mais força aqueles que já estavam situados em condições precárias, com poucos recursos e com poucas reservas a recorrer. Nesse meio, está a modalidade. No estudo, há inclusive o temor de que a situação atual represente uma “ameaça quase existencial” ao jogo das mulheres, se não houver considerações para proteger a indústria do futebol feminino. E cita as ligas profissionais menos estabelecidas, baixos salários, menor escopo de oportunidades, acordos de patrocínio desiguais e menos investimento corporativo como pontos negativos, enfraquecendo o ecossistema da modalidade.

A FIFPro também salienta que a falta de contratos escritos, a duração de curto prazo dos acordos de trabalho, a falta de seguro de saúde e cobertura médica e a ausência de proteções básicas e direitos deixa muitas jogadoras – algumas das quais já estavam à margem – em grande risco de perder seus meios de subsistência. Sinais desse impacto da pandemia já começaram a ser sentidos em janeiro de 2020 quando as eliminatórias asiáticas para os Jogos Olímpicos acabaram sendo transferidas de Wuhan, na China, para Sydney, na Austrália, justamente pela quarentena aplicada no primeiro local. O efeito dominó se seguiu com torneio amistosos de seleções sofrendo alterações em março. O Brasil precisou jogar com portões fechados diante do Canadá no Torneio da França. Em Portugal, a Itália teve que abrir mão da final.

Ainda, de acordo com a FIFPro, as jogadoras começaram a ter preocupações em relação às mensagens que recebiam de seus clubes. Em relatos à organização, disseram que há uma disparidade na maneira como as atletas estão recebendo as informações sobre o atual momento e a situação em suas equipes. Algumas recebem atualizações frequentes, enquanto outras quase nada. A entidade salienta:

“Deixar essas pessoas-chave isoladas em um momento tão perigoso não é apenas decepcionante, mas também míope no desenvolvimento de uma indústria justa e sustentável a longo prazo”.

A FIFPro coloca que é vital o esclarecimento para o bem estar mental das atletas, que já convivem com uma carreira incerta muitas vezes e também curta. Há ainda a preocupação com as jogadoras que estão fora de seu país de origem e, por isso, nesse momento de receio, podem estar mais frágeis justamente por não assegurarem respostas concretas. A entidade salienta que muitas já tiveram experiências com clubes anteriores à beira da falência ou em incerteza em torno de salários e, por aguentarem isso, fizeram parte do crescimento da indústria do futebol feminino e a transição para a profissionalização.

Coronavírus: Especialistas projetam até 18 meses sem estádio cheio

MSN

A volta à normalidade no mundo do esporte depois que a pandemia do coronavírus for superada pode demorar mais do que o esperado, segundo especialistas.

“O que a gente precisa entender, médicamente falando, é que cada pessoa somada aumenta o risco. Se há cinco pessoas, é mais perigoso do que duas, 10 é mais perigoso do que cinco. 60 mil é muito, muito perigoso. Como científico, não posos dizer que estou 100% seguro de algo, mas estou quase certo que nunca podemos voltar a encher os estádios até termos uma vacina”, disse Zach Binne, epidemiólogo da Universidade de Emory, ao “The Times”.

“A logística de imunizar 68 milhões de pessoas é complexa, portanto abrir os estádios aconteceria quando a imunidade do coronavírus tenha alcançado 60%”, diz o imunólogo Karol Sikora, segundo o jornal “Marca”. Sikora acredita que esse número só será atingido em 18 meses.

Segundo o médico Zeke Emanuel, que auxilia a OMS no combate ao coronavírus, disse ao New York Times, uma previsão realista é que os esportes apenas retornem no último trimestre de 2021.









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